Nicholas Hoult Brasil
31 agosto, 2016  Ana Comentarios estão fechados Sem categoria

Nicholas participou nesse final de semana da Asia Pop Comic Con e durante uma conferência de imprensa, ele contou um pouco mais sobre seu gosto por HQs e animes e também sobre sua preparação para Rebel in the Rye. Confira:

Bronzeado e um pouco mais forte do que a última vez que eu o vi nas telas, havia algo diferente sobre Nicholas Hoult, e não digo apenas fisicamente. Quero dizer ele todo. Havia uma aura quente sob ele, ou pelo menos eu gosto de pensar assim. Evidentemente, tenho sido fã do ator britânico desde About A Boy. Ele cresceu na frente dos fãs em todo o mundo, estrelando como o encantador bad boy em Skins, e ganhando nossos corações como Fera em X-Men e como Rem Meu Namorado é um Zumbi. Em entrevistas antigas, você veria um Nick muito calado. Você pensa que por ele ser um ator, ele pode ser um pouco estranho, mas na verdade ele é muito reservado. Então quando ele veio para o palco da Asia Pop Comic Con (APCC) sorrindo para todo mundo, ele pareceu muito acolhedor. Esse era um Nicholas Hoult que eu estava morrendo para ver e um que todo mundo merecia ver.

“Nós fomos visitar o memorial de Rizal, e então caminhamos ao redor dos jardins lá,” compartilha Nick a multidão na sala de imprensa. “Nós fomos a alguns bares na noite passada com o Joe! Mas também fomos ao redor da cidade antiga e em algumas igrejas aqui.”Nick estava na cidade, junto de Claire Hoult (Vampire Diaries), Joe Dempsie (Game of Thrones) e Millie Bobbie Brown (Stranger Things) para a convenção anual. Tendo interpretado o mutante Hank McCoy (Fera) em X-Men, foi adequado tê-lo esse ano. Para Nick, Fera foi um personagem muito interessante de interpretar: “Ele tem dois lados. É esse sentido dele ser muito controlado e inteligente, mas está suprimindo todos esses sentimentos e poder dentro dele. Para reproduzir isso, e fazer o oposto que é alguém muito atlético e forte, foi algo que me atraiu.”

“Eu gostei do arco da história The Dark Beast,” explica Nick. É o arco que ele mais gostou de ler para conseguir entender o personagem. Ele leu um monte de histórias em quadrinho, a fim de realmente atingir a eloquência e inteligência que seu personagem tem. Ele também manteve uma amizade com seus colegas de elenco, especialmente James McAvoy, que interpreta Charles Xavier. Por causa da amizade dos dois fora das telas, a dupla fez a amizade entre Xavier e Hank parecer mais verdadeira.

Sentado em uma cadeira branca que mal suporta sua altura – Nick tem 1,90 – ele cora e diz que a última coisa pela qual ele deu uma de fanboy foi Stanger Things. Ele desenvolveu um amor pela série da Netflix e elogiou Millie Bobbie Brown. E para ele, todo mundo é geek. “Um geek é alguém que é apaixonado por alguma coisa. Há pessoas que se importam, e tem uma sede por conhecimento.” Mas Nick conhece mais do que apenas HQs, ele também gosta de animes, e gosta de Death Note e Akira.

Nick, que fez vários filmes, variando de fantasia para a comédia, nunca sendo um ator metódico. Na verdade, ele é atraído para personagens que o desafiam e não são típicos. “Não há nenhum método que eu desenvolvi, mas essencialmente, é aprender muito antes de chegar ao set, e então se adaptar quando chegar lá,” ele diz. Mas ele gosta de ficar em um nível emocional com os personagens que ele está interpretando. Por exemplo, em seu novo filme, Rebel in the Rye, ele interpreta o autor J.D Salinger. E para interpretar Salinger, ele se jogou na vida do autor. “Muitos de seus livros são biográficos, assim como sua escrita, então eu me baseava nisso. Eu me sentava em casa com uma máquina de escrever, apenas para tentar entender esse sentimento.” Para incorporar o aturo, ele escreveu algumas histórias de aventura. “Nada como O Senhor dos Anéis, mas algumas divertidas,” ele diz orgulhoso. Nick é um grande leitor, e gosta de ler no seu tempo livre.

Foi o relacionamento de Nick com seus co-star que chamou atenção, especialmente estando no país com seu co-star de Skins, Joe Dempsie, e suas aventuras pela cidade. “Tem sido divertido, eu cresci com o Joe,” diz Nick. “Eu não sabia o que esperar, eu não sabia o quão vasto Manila era, então é impressionante. Eu não sabia o quão úmido ia ser, e eu não sabia o quão extremo é o tráfego aqui, então essas foram as coisas das quais eu fui alertado e eu experimentei, e isso é ótimo!” Os dois estiveram no Metro, aproveitando juntos e aprendendo a cultura Filipina. Agora, sobre testar ou não o balut: “Eu não tenho certeza. Todo mundo diz que é afrodisíaco, e eu vi fotos dele e parece um pouco nojento. Se eu criar coragem, eu vou experimentar,” diz ele.

Hoult é um pouco brincalhão, apesar de ser um homem quieto. Em entrevistas antigas, Nick admitiu brincar com a mídia quando se trata de suas repostas, mentindo em algumas delas só para ver a reação deles. Talvez seja esse Nick brincalhão que esteve no palco da APCC naquele dia, o porquê de sua aura estar diferente – e não estamos reclamando. E agora qual foi a mentira que ele contou a imprensa naquele dia? Eu aposto que foi sobre o balut, ele pode não ter estômago para isso, mesmo enquanto ele seja o Fera.

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29 agosto, 2016  Ana Comentarios estão fechados Eventos
02 agosto, 2016  Ana Comentarios estão fechados Collide, Galeria
27 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals, Filmes

Nicholas conversou com o site AZ Central por telefone durante o período de divulgação de Equals e falou sobre o filme e como foi a experiência de gravar longe de casa, confira:

Depois de ficar famoso como um ator mirim em “About a Boy,” Nicholas Hoult interpretou o peludo azul Beast em três filmes de “X-Men”, um zumbi sensível em “Warm Bodies” e o garoto de guerra em “Mad Max: Fury Road”.

A estrela britânica de 26 anos não ruge ou grita muito em seu último projeto, “Equals,” uma história de suspense sci-fi de amor proibido que se passa em um futuro distópico onde todas as emoções humanas foram reprimidas geneticamente. Mas quando seu personagem, Silas, é diagnosticado com “Switched On Syndrome,” ele começa a sentir pela primeira vez. E com a estrela de Twilight, Kristen Stewart como sua co-estrela, não é muito difícil de adivinhar onde isso pode chegar.

Hoult falou por telefone sobre seu indie em lançamento com o diretor Drake Doremus (“Like Crazy”).

Como é para um ator interpretar um personagem sem emoções?

É surpreendentemente estranho, porque seu instinto natural é sentir alguma coisa, e então tentar conter isso é um jeito completamente desumano de interagir. O estilo do Drake, o jeito que ele queria as coisas transmitidas era bem pequeno e sutil e contido porque é um despertar para esses personagens. Então é um desafio diferente, mas algo que eu realmente gostei de explorar com esses caras.

Como ele trabalha como diretor?

Ele é alguém que é tão apaixonado e está realmente fazendo filmes pelas razões certas. E muito colaborativo. Ele cria um ambiente onde você completamente esquece que você está fazendo um filme, praticamente. Você captura momentos que são muito reais e honestos, e isso é tudo que ele quer. Você complemente se perde nisso, e é raro, sabe. Normalmente tem um jeito rígido ação, corta, e você faz seu trabalho entre essas coisas, que não é a forma como isso funcionou de maneira alguma.

Como você se preparou. Teve muitos ensaios?

Isso foi com menos ensaio possível. Era mais sobre explorar no momento e deixar as câmeras rodando e fazendo longas tomadas e improvisando. Ensaio teve mais a ver com Drake, Kris e eu conhecendo uns aos outros, ficando tão confortáveis uns com os outros e confiando uns nos outros, que havia esse cobertor de segurança em volta de nós.

Você teve um vínculo com Kristen Stewart por que ambos eram atores mirins?

Na verdade não. Isso é algo que é obviamente parte de nossas vidas. Parte da coisa que nos faz similares é o fato que nós não estamos realmente no mundo clássico da atuação e treinamento, particularmente. Nós somos pessoas curiosas, e ela é incrivelmente inteligente e em contato com suas emoções. Então ela é inspiradora de se estar por perto. Ela é muito apaixonada e se importa de coração com filmes e contar histórias, e também aquele momento. Então é incrível fazer cenas com ela, por que o mínimo movimento com os olhos ou tremor da sua voz, você capta com tão pouco.

O filme foi gravado no Japão e Singapura. Isso foi uma aventura?

Nós viajamos por todo o Japão, porque havia um arquiteto (Tadao Ando) que desenhou todos esses museus e universidades e escritórios, essas estruturas imensas de vidro e aço que eram tão imaculadas e futuristas e tinha ângulos maravilhosos para o John (Guleserian), o diretor de fotografia, filmar. Elas eram parte da composição do filme. Uma das coisas mais incríveis sobre gravar filmes em locações é que muito poucas pessoas são de lá. É uma experiência que todos vocês estão tendo juntos. Vocês todos ficam no mesmo hotel e vivem juntos, basicamente, por meses. Você se torna muito próximo, e você está tendo todos esses ‘primeiros’ junto. Isso aproxima todo mundo mais do que se você estiver fazendo um filme enquanto as pessoas estão vivendo em casa e tendo vidas separadas e preocupações no mundo real.

Então, como é ter sua vida amorosa sendo notícia?

O que está escrito não é verdade de qualquer maneira, então na verdade é bem engraçado. E se você olhar isso no final das contas, eu acho que todo mundo tem suas próprias coisas em sua vida e coisas mais importantes acontecendo com elas, então a expressão britânica que eu normalmente uso para esse tipo de coisa é “tempestade em uma xícara de chá.”

Qual é a sua melhor história do set de “Mad Max”?

Oh, caramba, você está voltando lá atrás agora. Tem muitas coisas incríveis. Eu fiquei arrepiado naquele set muitas vezes só pelo ambiente e o barulho e o gosto do deserto e assistir os dublês e veículos fazendo seus trabalhos. Provavelmente só George Miller, o quão calmo no meio de tudo aquilo ele estava, quão gentil, quão ciente de todo mundo em volta dele e como ele conseguiu manter a calma entre 700 pessoas no meio do deserto da Namíbia. Foi extraordinário de se assistir, e é isso que o faz um diretor fenomenal.

E quanto a “Warm Bodies”?

Uma das minhas memórias favoritas disso foi na verdade o processo de audição, onde eu apareci na casa do Jonathan Levine em LA. Ele estava tipo, “Você acha que pode fazer isso?” E eu estava tipo, “Eu não faço ideia do que fazer.” Então eu apenas meio que cambaleava pela sala de estar dele grunhindo um pouco e fazendo as cenas. E então um caminhão de sorvete passou, e eu estava tipo, “Soooorveeete,” e eu acho que esse foi o momento que ele decidiu me dar o emprego.

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23 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Candids

Nicholas esteve ontem no Giffoni Film Festival, que acontece na Itália. Ele conversou com os fãs durante um Q&A e passou pelo blue carpet. Confira as fotos e os vídeos:

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21 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals, Filmes

Nicholas conversou com o Chicago Sun Times durante o período de divulgação do filme Equals. Confira:

Em ‘Equals‘, Nicholas Hoult e Kristen Stewart interpretam dois indivíduos vivendo em uma sociedade do futuro onde todas as emoções foram sistematicamente removidas das vidas das pessoas. Não há guerra, raiva ou crime, mas as emoções boas também foram eliminadas.

O diretor Drake Doremus (‘Like Crazy’, ‘Breathe In’) e seu time de produção criaram um ambiente muito duro e antisséptico, o qual eles deram vida no Japão.

Essa existência calma e extremamente entediante é um desafio para Silas, personagem de Hoult, e a Nia de Stewart que percebem que eles foram afetados por uma doença que acorda suas emoções totalmente ilegais e ocultas.

‘Equals’, é claro, então se torna um romance de ficção científica, com os dois lutando para esconder seus sentimentos em um mundo que não os valoriza.

Como o papel principal de um ator na sua vida é exalar uma variação de emoções, Hoult entendeu a ironia de interpretar um personagem – especialmente nas primeiras cenas – onde tudo isso está reprimido.

“Na verdade, sempre que eu leio um roteiro, eu gosto de achar esses personagens que mudam e evoluem com o decorrer da história. Claro, nesse caso, essa evolução foi mais evidente do que qualquer papel que eu tenha interpretado anteriormente.”

Doremus é conhecido por sua habilidade de improvisar livremente com seus atores, um fato que Hoult amou. “De fato, eu acredito que esse seja o primeiro filme do Drake que teve um roteiro,” disse Hoult. “Mas o tempo mais importante que passamos improvisando foi antes de começar a fotografia principal. Kristen e eu passamos muito tempo fazendo isso nos ensaios, mas não foi como se estivéssemos lendo nossas falas. Foi sobre conhecer um ao outro e se sentir confortável com a presença do outro. No final, foi muito útil quando as câmeras estavam rolando, porque nós podíamos antecipar os movimentos e pensamentos um do outro.”

O ator admitiu que após passar vários meses no ambiente todo branco de Equals, ele quase quis “correr e comprar um monte de camisas loucas e jeans e coisas assim, mas eu não fiz isso.” No set, as roupas eram todas brancas, os sapatos eram brancos, todas as paredes de cada prédio também eram pintadas de branco.

“Mas esse visual do set e as roupas foi perfeito,” disse Hoult. “Realmente nos coloca no humor do filme. Nós precisávamos desse minimalismo para ajudar a expressar a falta de emoções que estava existindo nesse futuro louco. Como atores, foi uma grande ajuda.”

Em ‘Equals’, foi a primeira vez que Hoult trabalhou no Japão. “Eu fui uma vez quando tinha 12 anos, mas não tinha voltado desde então. Eu acho que para muitos de nós, uma grande parte de fazer esse filme foi que nós estávamos todos juntos. Estávamos longe de casa, experienciando essa terra nova e inexplorada pela maioria de nós. Nós passamos muito tempo juntos quando não estávamos trabalho, e então voltávamos juntos para o trabalho. Nos aproximou como pessoas.”

Novamente voltando para o tema básico de ‘Equals’, Hoult disse que ele ficou intrigado com o conceito que alguns colocaram adiante – a tentativa de negar as emoções negativas no mundo. “Claro, seria legal se houvesse um mundo sem guerra, ou pessoas matando uma as outras ou roubando. Mas isso é uma filosofia tão estranha. Quando você desliga suas emoções ruins, você provavelmente vai perder as boas, também. Não, a vida é simplesmente carregada com esses altos e baixos. Você tem que aceitar o mal para apreciar as coisas boas que vem em seu caminho. Todos esses sentimentos e emoções de alguma forma originam-se do mesmo lugar.”

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