Nicholas Hoult Brasil
23 setembro, 2017  Bruna Comentarios estão fechados Alexandra Shipp, Co-stars, James McAvoy, Michael Fassbender, X-Men: Dark Phoenix
17 setembro, 2017  Bruna Comentarios estão fechados Co-stars, Ed Skrein, Entrevista Traduzida, Entrevistas, Notícias

O ator pondera sobre o debate do embranquecimento e fala se irá interpretar Aladim nos cinemas, em entrevista ao The Wrap. Confira:

A estrela de “X-Men”, Nicholas Hoult, se diz orgulhosa da decisão de seu amigo Ed Skrein ao sair de “Hellboy” por causa das preocupações sobre embranquecimento, e dá uma sugestão sarcástica: “Este é provavelmente um momento ruim para anunciar que estou interpretando Aladim, não é?”

Apenas para ficar totalmente claro: Hoult não está interpetando Aladim. Ele fez uma piada enquanto conversava com a CEO do TheWrap, Sharon Waxman, sobre a decisão de Skrein de não interpretar um personagem que seja de uma descendência parcial asiática nos quadrinhos. O ator branco ganhou elogios pela decisão.

“Eu concordo completamente com o que Ed fez, acho que é muito honrado”, disse Hoult. “E eu estou orgulhoso dele por tomar essa decisão… Não é uma decisão fácil de tomar, porque, você sabe, estamos tentando conseguir trabalho.”

“Mas por ele ter conseguido esse papel e percebido que foi um erro, provavelmente em muitos níveis, mesmo que ele poderia ter feito uma ótima performance, acho que é importante fazer isso”, disse Hoult, que apareceu com Skrein no suspense criminal de 2015, “Kill Your Friends”.

Hoult, está estrelando como J.D. Salinger no próximo filme de Danny Strong, “Rebel in the Rye”, ao lado de Kevin Spacey.

“Por pessoas fazendo sacrifícios por conta própria, então é isso, e é – para relacioná-lo de volta com Salinger – isso é a coisa para não comprometer, e não desistir de sua integridade artística, é importante”, disse Hoult.

Em teoria, Hoult concorda que os atores não devem ter que assumir a responsabilidade de escolher o elenco com precisão. “Mas isso mostra o quão bom garoto o Ed é, ainda mais por ele se pronunciar”, disse ele. Hoult poderia recusar um papel por razões semelhantes? “Quero dizer, sim. Se você não acha que é o certo para algo, então você precisa, ou se você acha que há algo de errado sobre o elenco, então sim”, disse ele.

Atores, incluindo Scarlett Johansson e Tilda Swinton, foram criticados por interpretar personagens que não foram inicialmente escritos como brancos.

Hoult está entre os atores David Harbour, de “Hellboy”, Jessica Chastain, Riz Ahmed e várias outras celebridades que elogiaram a sua decisão de deixar o filme.

Fonte | Tradução e adaptação: Bruna Rafaela – NHBR

06 setembro, 2017  Bruna Comentarios estão fechados Eventos, Galeria, Kristen Stewart, Premiere, Rebel in the Rye

No dia 6 de setembro ocorreu a premiere nova-iorquina do filme Rebel in the Rye. Confira as fotos de Nick pelo tapete vermelho ao lado de seus co-stars no filme e amigos.

21 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevistas, Equals, Kristen Stewart

Em entrevista para o LA Times, o trio conversou sobre Equals, suas emoções e se gostariam de viver em uma sociedade sem emoções. Confira:

Por um longo tempo, parecia que Kristen Stewart estava sempre se escondendo. De baixo de capuzes e bonés. Dos flashes. Mesmo sua voz, porque o silêncio não iria trai-la.

Naquela época, quando ela era conhecida por ser a estrela de ‘Crepúsculo’, a ideia de viver em um mundo sem emoções poderia soar atraente para ela. Essa é a ideia de seu novo filme, Equals, que conta a história de uma sociedade onde humanos foram privados dos sentimentos, pois esses podem causar muita angústia física e mental.

“As pessoas pensavam que eu não tinha expressões,” disse ela. “Mas eu compartilho até demais. Recentemente, eu estava vomitando antes de um desfile da Chanel em Pequim; Eu comi arroz frito ou algo que não estava bom. E quando eu entrei, eu comecei a contar para todo mundo que eu não estava me sentindo bem. Era a coisa mais nojenta, mas eu prefiro que pensem que eu sou nojenta do que pensarem ‘O que tem de errado com ela? Ela está agindo estranho essa noite.’”

Ela apenas joga sua mochila e se senta do lado de Nicholas Hoult, seu co-star em ‘Equals’, que chegou aos cinemas na sexta-feira. Drake Doremus, o diretor, sentou-se de frente para eles.

Stewart tirou o boné e seu bagunçou seu cabelo, que é loiro platinado com raízes pretas. Sua roupa era uma mistura: meias de malha com tênis, um relógio da Chanel, e delineador preto borrado. Hoult, no entanto, que havia chegado na noite anterior da Inglaterra, parecia sonolento, como se tivesse colocado qualquer coisa que estivesse no topo de sua mala.

Em ‘Equals’, os interpretam um casal. Apesar de seus personagens supostamente não sentirem nada, os dois são afetados pelo S.O.S – Switched-On Syndrome – o que significa que eles são capazes de sentir medo, tristeza e desejo sexual. Quando começam a se apaixonar, eles precisam manter seu relacionamento em segredo ou arriscar serem tratados, ficando sem emoções novamente.

O filme é um tipo de partida para Doremus, um indie naturalista que tende para os dramas de relacionamentos bagunçados. Embora em ‘Equals’ você pode vê-lo trabalhando novamente com dois jovens atores – seu filme mais famoso, ‘Like Crazy’ de 2011, foi uma plataforma de lançamento para Felicity Jones e ao falecido Anton Yelchin – é também a primeira vez que ele explora ficção cientifica. O filme foi filmado no Japão e Singapura, e tem uma estética incolor, estéril. E Doremus preso frouxamente no roteiro (escrito por Nathan Parker), embora no passado ele seja usado apenas como um esboço.

Apesar das mudanças, Doremus se manteve familiar em seu processo de ensaio, pedindo para Hoult e Stewart passarem uma semana fazendo exercícios juntos antes das filmagens começarem. Alguns eram fáceis: Em um deles, os atores deveriam encarar um ao outro por uma hora, dizendo apenas ‘olá’. O objetivo, segundo o diretor, era fazer os atores pensarem sobre como seria ser folhas em branco.

“Era sobre descobrir as coisas, o que é o oposto de como você normalmente se aproxima nos filmes – tentando adicionar camadas de complexidade,” disse Doremus. “Não tem uma história de fundo aqui, então essencialmente, nós tivemos que renascer e começar de novo.”

“Essa foi a primeira vez que um diretor se virou e disse, ‘Não faça nada. Faça menos.’” disse Hoult, que estrelou ‘About a Boy’ quando tinha 12 anos e tem aparecido em ‘X-Men’ e ‘Mad Max: Fury Road.’

“A parte mais difícil foi encontrar uma base de pode onde deveríamos começar,” Stewart entrou na conversa. “Eu estava tão perto disso, especialmente naquela época, eu estava tipo ‘Vai machucar tanto fazer esse filme agora.’ Eu estava apavorada. Como poderíamos olhar para as câmeras com olhos de bebês?”

Foi uma hipotética que o trio explorou durante o período de ensaio no Japão. A premissa levou a discussão sobre o namoro online (isso está nos separando um do outro?) e prescrição excessiva de medicamentos (estamos todos muito entorpecidos?)

“Eu tomava Metilfenidato e Dextroanfetamina quando criança, e eu ainda estou bravo com a minha mãe sobre isso,” lembrou Doremus.

“Você já tomou Adderall depois que cresceu?”Stewart perguntou. Doremus negou com a cabeça.

“Sinto muito,”Stewart continuo, “mas eu tomei um Adderall uma vez e eu estava tipo ‘Crianças tomam isso?’ É rápido, para ser honesta com você. Eu estava em uma road trip e me sentia para baixo.”

Hoult parece surpreso por sua admissão e imita o movimento de pegar o gravador e lança-lo na parede.

“Não, está tudo bem,”Stewart diz. “As pessoas podem saber disso. Eu fiz – Bom, não importa.”

Hoult, que também tem 26 anos, é muito mais calado e cuidadoso com as palavras do que Stewart. Os dois estiveram em relacionamentos de alto perfil – Hoult com Jennifer Lawrence e Stewart com Robert Pattinson – mas o ator parece ser mais reservado sobre sua vida fora das telas.

“Eu sou muito protetor com a minha vida pessoal.” ele disse.

“Eu não falaria sobre com quem eu [fiz sexo] ou como eu [fiz sexo com eles] ao menos que eu seja sua amiga. É estranho,” concorda Stewart, que também estrela no filme de Woody Allen, Café Society, nesse verão. “Mas então, ao mesmo tempo, eu descobri uma forma de viver minha vida e não sentir que estou escondendo algo. E eu acho que isso é muito aparente para quem se importa – nem todo mundo se importa. Mas aqueles que estão me seguindo por muito tempo, é aparente que eu estou mais relaxada do que eu costumava ser.”

Ela deve estar se referindo as fotos dela de mão dadas e beijando outra mulher, como a cantora francesa Soko. Para alguém que protegia ferozmente sua vida pessoa, essa é uma grande mudança de atitude.

Embora Hoult não esteja disposto a compartilhar seus sentimentos com o público, ele gosta de ter uma vida com emoções. Como Stewart disse, ele acha que viver em uma sociedade parecida com a de ‘Equals’, uma ideia aterrorizante.

“Eu gosto de me sentir mal às vezes e então colocar uma musica e chafurdar em auto piedade o dia todo,” ele disse. “Porque você precisa ter momentos bons e ruins, não é mesmo?”

“Você acabou de dizer ‘Não é mesmo?’” perguntou Stewart. “Você soou muito inglês agora. Você esteve em casa por um tempo?”

“Sim,”Hoult concorda rindo.

“Eu concordo com o Nick, no entanto,” ela disse, terminando o pensamento. “Eu não posso mentir e dizer que em momento obscuros eu não tenha ficado ‘Não! Eu não quero sentir isso!’ Mas eu sei que isso não é verdade. Eu me sinto abençoada de poder colocar ações no que eu sinto, e isso me guia para lugares ótimos. Como ele disse, você não pode ter os altos sem os baixos.”

Fonte 

16 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Co-stars, Entrevistas, Equals, Kristen Stewart

Durante a press de Equals, Nicholas, Kristen e Drake responderam algumas questões relacionadas ao filme, o que eles achariam de viver em um mundo sem emoções, como foi filmar na Ásia e sobre as cenas mais íntimas. Confira:

Você só precisa olhar para as notícias recentes para ver que as emoções estão com tudo agora na América. Isso faz com que o drama sci-fi Equals seja uma parábola futurista particularmente oportuna. Situado em uma sociedade onde as emoções humanas foram forçadamente eliminadas da nossa composição genética, o filme segue dois cidadãos desta distopia brilhante — Silas (Nicholas Hoult) e Nia (Kristen Stewart) — que sucumbem a essa doença debilitante conhecido como “se apaixonar”. É um romance profundo na tradição de Romeu e Julieta e Loucamente Apaixonados, o filme de 2011 do diretor de Equals, Drake Doremus.

Esse filme vencedor do Sundance, foi estrelado pelo falecido Anton Yelchin e Felicity Jones como um casal que se apegam a um romance de verão por muito mais tempo do que é saudável para qualquer um deles. Da mesma forma, Silas e Nia não sabem como parar um ao outro, mesmo que seus sentimentos os tornem párias em sua sociedade. “Isso é o que me interessa”, Doremus diz ao Yahoo Movies. “A ideia de que você só sabe que alguém é sua alma gêmea quando não pode se livrar dela, mesmo quando você tenta.” Em conversas separadas, falamos com Doremus e as estrelas Stewart e Hoult sobre a experiência de criação de um futuro governado pela lógica, ao invés de emoções.

Sobre os prós e os contras de viver em um mundo sem emoções:
Drake Doremus: Eu sou uma pessoa tão emocional que não posso me imaginar estando neste mundo. Mas eu acho que é fascinante remover essa coisa que nos faz mais humano, que é a capacidade de amar. E então é realmente fascinante pensar, nós deveríamos encontrar um caminho de volta para isso? É mais produtivo para a sociedade se concentrar na exploração e curiosidade, sem as coisas que nos impedem? E a resposta é não, não mesmo. A vida é confusa, e as relações são desorganizadas. Não é perfeito, e devemos aceitar que isso é realmente importante.
Kristen Stewart: É uma pergunta hipotética que é boa para a conversa e para este filme, mas eu realmente não acho que você poderia ter este tipo de mundo. Nós seríamos apenas massas de carne de pessoas indiferentes, que nunca saiu da cama; não teríamos nenhuma resposta humana sobre qualquer coisa. Não haveria nenhuma curiosidade intelectual ou desejo de progresso. Eu nem saberia como viver sem isso.
Nicholas Hoult: Seria uma sociedade mais fácil para se viver, e haveria muito mais paz sem as coisas terríveis que as pessoas sentem tão profundamente. Mas você não pode ter o bom sem o mau.

As influências específicas de sci-fi no filme:
Doremus: Grande revelação: Eu nunca vi THX-1138, e eu nunca li 1984. Mas tenho eu vi e amo, Fahrenheit 451 de François Truffaut. Esse filme foi feito nos anos 60, mas parece que poderia ter sido feito hoje, porque não há nada que amarra àquela época. Blade Runner é também uma influência do ponto de vista de sua música etérea e visual. É uma espécie de um poema de tom. Com Equals, eu sempre digo a público antes do filme para desligarem suas mentes e ligarem seus corações. Não é um filme de pensamento, é um filme de sentimento.

Sobre as cenas íntimas do filme, incluindo um encontro sensual em um chuveiro:
Hoult: Drake dá um espaço e um ambiente onde você se sente seguro para explorar e fazer a sua coisa. Mas dentro disso, ele é muito encorajador e se importa muito. Era estranho ir de zero a cem, em certo sentido, saltando entre as cenas em que você não pode sentir nada e cenas em que você está experimentando coisas pela primeira vez.
Stewart: Essas pessoas sabem como andar e falar, e eles têm empregos. Assim, eles não são crianças. No entanto, eles estão emocionalmente e sexualmente [atrofiados]. Se você simplesmente coloca duas pessoas que nasceram como adultos um em frente do outro, o que eles iriam fazer — especialmente se eles fossem atraídos um pelo outro? Eles não sabem como beijar ou procriar classicamente, mas eles ainda são humanos. É uma hipotética estranha, mas eu posso imaginar.
Doremus: Kristen e Nic atiraram-se completamente no filme. Foi incrível estar envolvido nessa energia. Eles são tão diferentes; Nic é meio tímido, e Kristen é muito apaixonada e intensa. Eles trouxeram coisas um no outro que eu não acho que outras pessoas teriam feito. Você não quer dirigi-los demais. No set, eu não falava muito, para ser honesto. Eu apenas tentei deixar a câmera rolar e os deixei explorar a dinâmica que existe e sai do caminho mais do que tudo.

Sobre filmar na Ásia:
Doremus: Filmamos no Japão, em Tóquio, Kōbe e Osaka, e também em Singapura – todos esses lugares incrivelmente bonitos. A maioria dos locais foram museus, universidades ou institutos. Eu queria que tudo fosse prático; Eu não queria um filme de tela verde. Isso precisava parecer como uma versão tangível de 10 anos a partir de agora. 2016 em Los Angeles e 2016 no Japão são tão diferentes; quando eu estava lá, era como, “Eu não sei nem mesmo em que século estou!”. É um mundo tão diferente e um mundo melhor em alguns sentidos.
Hoult: A arquitetura e a aparência [desses locais] é muito mais uma parte deste mundo. Você percebe o quão limpo e preciso que eles eram, mas também o quão vazio de qualquer toque humano ou personalidade.

Fonte

09 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevistas, Equals, Kristen Stewart

Foi liberado ontem a primeira entrevista da press junket de Equals. Na entrevista eles falaram sobre os ensaios para o filme, o clima no set e mais. Confira abaixo:






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