Nicholas Hoult Brasil
24 novembro, 2017  Mari Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas

Em nova entrevista e capa para a revista Mr. Porter, Nicholas falou sobre sua vida em Londres, amizades, namoro e carreira. Confira abaixo:

Nicholas Hoult gosta mais de festa em casa do que em boate. Ele diz que não é um bom dançarino, a não ser que alguém toque “Le Freak” da Chic, então ele vai ter que dançar de qualquer jeito. “Na noite passada, eu fui para a casa de um amigo e ficamos um pouco bêbados. Sabe, quando é inesperado, essas são as melhores noites. Quando você encontra alguém de repente e começa a conversar e beber e então vocês ficam, ‘Hey, estamos nos divertindo, estamos bêbados, por que não seguimos em frente com isso?’ E então se torna algo improvisado. Eu não fazia ideia de que a noite passada acabaria comigo cantando Tom Jones no karaokê com uma bola de espelhos na casa de alguém.”

Sua cura para a ressaca? “Encha a pia de água gelada, coloque gelo, e então mergulhe a cabeça.” Mas Hoult raramente acorda de ressaca nos dias atuais: “Não é como quando eu estava em Skins. Agora eu estou mais velho e percebo que estou trabalhando e que não estou em forma, eu não consigo mais, meu cérebro não está nessa velocidade.”

Não. Nos dias atuais o ponto alto da sua semana é ioga quente. Ele vai para as aulas o tanto quanto pode quando ele está em casa, em Londres, nos intervalos das filmagens. (Ele está atualmente interpretando o Professor JRR Tolkien na biografia da vida do autor.) Mas ele está entusiasmado em dizer que não é esse cara. Você sabe qual, aquele que está só de calças na fila da frente, respirando mais fundo do que todos na sala – “provavelmente tem um coque ou um topete… Eu fico na última fila, de short de academia, tremendo, me balançando, caindo, ocasionalmente deitado.”

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17 setembro, 2017  Bruna Comentarios estão fechados Co-stars, Ed Skrein, Entrevista Traduzida, Entrevistas, Notícias

O ator pondera sobre o debate do embranquecimento e fala se irá interpretar Aladim nos cinemas, em entrevista ao The Wrap. Confira:

A estrela de “X-Men”, Nicholas Hoult, se diz orgulhosa da decisão de seu amigo Ed Skrein ao sair de “Hellboy” por causa das preocupações sobre embranquecimento, e dá uma sugestão sarcástica: “Este é provavelmente um momento ruim para anunciar que estou interpretando Aladim, não é?”

Apenas para ficar totalmente claro: Hoult não está interpetando Aladim. Ele fez uma piada enquanto conversava com a CEO do TheWrap, Sharon Waxman, sobre a decisão de Skrein de não interpretar um personagem que seja de uma descendência parcial asiática nos quadrinhos. O ator branco ganhou elogios pela decisão.

“Eu concordo completamente com o que Ed fez, acho que é muito honrado”, disse Hoult. “E eu estou orgulhoso dele por tomar essa decisão… Não é uma decisão fácil de tomar, porque, você sabe, estamos tentando conseguir trabalho.”

“Mas por ele ter conseguido esse papel e percebido que foi um erro, provavelmente em muitos níveis, mesmo que ele poderia ter feito uma ótima performance, acho que é importante fazer isso”, disse Hoult, que apareceu com Skrein no suspense criminal de 2015, “Kill Your Friends”.

Hoult, está estrelando como J.D. Salinger no próximo filme de Danny Strong, “Rebel in the Rye”, ao lado de Kevin Spacey.

“Por pessoas fazendo sacrifícios por conta própria, então é isso, e é – para relacioná-lo de volta com Salinger – isso é a coisa para não comprometer, e não desistir de sua integridade artística, é importante”, disse Hoult.

Em teoria, Hoult concorda que os atores não devem ter que assumir a responsabilidade de escolher o elenco com precisão. “Mas isso mostra o quão bom garoto o Ed é, ainda mais por ele se pronunciar”, disse ele. Hoult poderia recusar um papel por razões semelhantes? “Quero dizer, sim. Se você não acha que é o certo para algo, então você precisa, ou se você acha que há algo de errado sobre o elenco, então sim”, disse ele.

Atores, incluindo Scarlett Johansson e Tilda Swinton, foram criticados por interpretar personagens que não foram inicialmente escritos como brancos.

Hoult está entre os atores David Harbour, de “Hellboy”, Jessica Chastain, Riz Ahmed e várias outras celebridades que elogiaram a sua decisão de deixar o filme.

Fonte | Tradução e adaptação: Bruna Rafaela – NHBR

08 Maio, 2017  Mari Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida

Recentemente o Nicholas conversou com o jornal Telegraph sobre seu novo filme, Castelo de Areia, sobre seu novo Instagram público e sobre ser parte de um casal famoso:

Quem é Nicholas Hoult? Ou, mais precisamente, onde ele está?

De uma forma, a resposta para a última pergunta é fácil: o ator está jogado no chão na minha frente no saguão de embarques no aeroporto da Sardenha. Na noite passada, na costa leste da ilha, o restaurante a céu aberto nos levou a um bar a céu aberto, que nos levou à horas divertidas em um ponto noturno.

Na manhã de hoje, Hoult está fazendo um papel que nós podemos esperar de um cara normal de 27 anos: escondendo uma ressaca, com fones no ouvido e o boné escondendo seu rosto.

Mas até quando, 18 horas antes, ele estava sentado diretamente ao oposto de mim na varanda de um hotel, bebendo Coca Diet, foi difícil localizar o cara. A estrela de filmes tão diversos quanto os reboots X-Men: Primeira Classe, Mad Max: Estrada da Fúria, a sátira da indústria musical Kill Your Friends, e Direito de Amar, de Tom Ford, é muito educado e uma ótima companhia. Mas, com isso, ele é meticulosamente discreto. A conversa é boa, mas a entrevista um pouco menos iluminada.

Como Hoult reconheceu uma vez, ele não pode escapar “desse medo terrível de soar errado ou dizer algo que saia do contexto. Porque isso forma a opinião das pessoas sobre você.” Esse medo continuou durante uma boa década após seu primeiro sucesso, aos 12 anos, em Um Grande Garoto. E claramente ainda permanece lá, mesmo após alguns papéis em filmes de estúdio.

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19 dezembro, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Notícias

Outros > (12/2016) Viagem ao Nepal

Nicholas recentemente viajou ao Nepal com seu amigo Carlos Adams para conhecer melhor o projeto do WWF de proteger os rinocerontes e também conheceu um pouco mais da comunidade. Confira o que ele disse sobre a viagem:

É no meio da tarde no pequeno, mas poderoso país da região dos Himalaias, Nepal, e o ator Nicholas Hoult ganha um beijo molhado de um bebê rinoceronte órfão. A Fundação Nacional para a Conservação da Natureza do Nepal achou o animal, que agora está sob seus cuidados. Hoult recentemente viajou até o Parque Nacional de Chitiwan no Nepal para aprender sobre os esforços de conservação do Nepal e do WWF para proteger o pequeno Mayure e outros rinocerontes que estão ameaçados de caça ilegal e perda de habitat, entre outros perigos.

“A conservação da vida selvagem é muito importante,” disse Hoult. “Muitos desses animais estão sendo caçados, seu número está diminuindo, e quando acabar, eles vão desaparecer. Eu sempre adorei rinocerontes em particular desde que eu tinha três anos de idade e fui sortudo o bastante de passar as férias na África. Eu não vi um rinoceronte naquela idade, mas eu ganhei uma estátua de madeira que eu tenho até hoje, eu amei rinocerontes desde aquele momento. Vir aqui e poder vê-los em seu habitat natural é um grande prazer e eu não posso agradecer ao WWF o suficiente pelo trabalho maravilhoso que eles fazem em ajudar esse parque e o governo do Nepal em desenvolver esses programas e manter os rinocerontes na selva.”

Enquanto esteve no Nepal, Hoult se encontrou com membros da comunidade de Amaltari, uma zona de amortecimento do Parque Nacional de Chitwan, para aprender sobre suas vidas e sua relação com a vida selvagem em sua volta. O ecoturismo na área fornece grandes incentivos de conservação para a comunidade de Amaltari, que mantêm uma unidade voluntária contra caça furtiva na qual membros realizam patrulhas regulares na floresta de sua comunidade para manter um controle sobre caça furtiva e crimes ilegais da vida selvagem.

Com o apoio da Iniciativa de Comunidades Sustentáveis do WWF Nepal, a comunidade de Amaltari está focada nos principais pilares da sustentabilidade e conservação – meios de subsistência auto-suficientes, energia alternativa, saúde e educação – que tem produzido impacto escalável para a população local e seu ambiente natural.

A visita de Hoult ao Chitwan veio em um ótimo momento onde eles estavam comemorando quase 1,000 dias de zero caças ilegais na área. Este sucesso excepcional é devido à vontade política de alto nível, a um impressionante exército nepalês comprometido com o rastreamento de caçadores furtivos e o envolvimento ativo de comunidades de conservação. Mais de 645 rinocerontes de um chifre vivem agora no Nepal.
“Essa é uma história positiva para mim em termos da vida selvagem e em manter o mundo como deve ser para futuras gerações,” disse Hoult. “Seguir os rinocerontes, vê-los em seu habitat natural tem sido inacreditável e ver todo mundo se importando tanto com isso e fazendo um trabalho incrível, é extraordinário.”

Os esforços para proteger os rinocerontes e apoiar as comunidade locais do Nepal e o governo estão sendo recompensados. Mais cedo neste ano, nós celebramos 4 períodos de 365 dias de zero caça ilegal no Nepal.
Como parte desse trabalho com o WWF, Hoult e seus dois amigos de infância, Carlos Adams e Nick Atkins, farão uma corrida na Índia no início de 2017 para arrecadar fundos para a conservação de rinocerontes junto com o apoio ao Teenage Cancer Trust.

27 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals, Filmes

Nicholas conversou com o site AZ Central por telefone durante o período de divulgação de Equals e falou sobre o filme e como foi a experiência de gravar longe de casa, confira:

Depois de ficar famoso como um ator mirim em “About a Boy,” Nicholas Hoult interpretou o peludo azul Beast em três filmes de “X-Men”, um zumbi sensível em “Warm Bodies” e o garoto de guerra em “Mad Max: Fury Road”.

A estrela britânica de 26 anos não ruge ou grita muito em seu último projeto, “Equals,” uma história de suspense sci-fi de amor proibido que se passa em um futuro distópico onde todas as emoções humanas foram reprimidas geneticamente. Mas quando seu personagem, Silas, é diagnosticado com “Switched On Syndrome,” ele começa a sentir pela primeira vez. E com a estrela de Twilight, Kristen Stewart como sua co-estrela, não é muito difícil de adivinhar onde isso pode chegar.

Hoult falou por telefone sobre seu indie em lançamento com o diretor Drake Doremus (“Like Crazy”).

Como é para um ator interpretar um personagem sem emoções?

É surpreendentemente estranho, porque seu instinto natural é sentir alguma coisa, e então tentar conter isso é um jeito completamente desumano de interagir. O estilo do Drake, o jeito que ele queria as coisas transmitidas era bem pequeno e sutil e contido porque é um despertar para esses personagens. Então é um desafio diferente, mas algo que eu realmente gostei de explorar com esses caras.

Como ele trabalha como diretor?

Ele é alguém que é tão apaixonado e está realmente fazendo filmes pelas razões certas. E muito colaborativo. Ele cria um ambiente onde você completamente esquece que você está fazendo um filme, praticamente. Você captura momentos que são muito reais e honestos, e isso é tudo que ele quer. Você complemente se perde nisso, e é raro, sabe. Normalmente tem um jeito rígido ação, corta, e você faz seu trabalho entre essas coisas, que não é a forma como isso funcionou de maneira alguma.

Como você se preparou. Teve muitos ensaios?

Isso foi com menos ensaio possível. Era mais sobre explorar no momento e deixar as câmeras rodando e fazendo longas tomadas e improvisando. Ensaio teve mais a ver com Drake, Kris e eu conhecendo uns aos outros, ficando tão confortáveis uns com os outros e confiando uns nos outros, que havia esse cobertor de segurança em volta de nós.

Você teve um vínculo com Kristen Stewart por que ambos eram atores mirins?

Na verdade não. Isso é algo que é obviamente parte de nossas vidas. Parte da coisa que nos faz similares é o fato que nós não estamos realmente no mundo clássico da atuação e treinamento, particularmente. Nós somos pessoas curiosas, e ela é incrivelmente inteligente e em contato com suas emoções. Então ela é inspiradora de se estar por perto. Ela é muito apaixonada e se importa de coração com filmes e contar histórias, e também aquele momento. Então é incrível fazer cenas com ela, por que o mínimo movimento com os olhos ou tremor da sua voz, você capta com tão pouco.

O filme foi gravado no Japão e Singapura. Isso foi uma aventura?

Nós viajamos por todo o Japão, porque havia um arquiteto (Tadao Ando) que desenhou todos esses museus e universidades e escritórios, essas estruturas imensas de vidro e aço que eram tão imaculadas e futuristas e tinha ângulos maravilhosos para o John (Guleserian), o diretor de fotografia, filmar. Elas eram parte da composição do filme. Uma das coisas mais incríveis sobre gravar filmes em locações é que muito poucas pessoas são de lá. É uma experiência que todos vocês estão tendo juntos. Vocês todos ficam no mesmo hotel e vivem juntos, basicamente, por meses. Você se torna muito próximo, e você está tendo todos esses ‘primeiros’ junto. Isso aproxima todo mundo mais do que se você estiver fazendo um filme enquanto as pessoas estão vivendo em casa e tendo vidas separadas e preocupações no mundo real.

Então, como é ter sua vida amorosa sendo notícia?

O que está escrito não é verdade de qualquer maneira, então na verdade é bem engraçado. E se você olhar isso no final das contas, eu acho que todo mundo tem suas próprias coisas em sua vida e coisas mais importantes acontecendo com elas, então a expressão britânica que eu normalmente uso para esse tipo de coisa é “tempestade em uma xícara de chá.”

Qual é a sua melhor história do set de “Mad Max”?

Oh, caramba, você está voltando lá atrás agora. Tem muitas coisas incríveis. Eu fiquei arrepiado naquele set muitas vezes só pelo ambiente e o barulho e o gosto do deserto e assistir os dublês e veículos fazendo seus trabalhos. Provavelmente só George Miller, o quão calmo no meio de tudo aquilo ele estava, quão gentil, quão ciente de todo mundo em volta dele e como ele conseguiu manter a calma entre 700 pessoas no meio do deserto da Namíbia. Foi extraordinário de se assistir, e é isso que o faz um diretor fenomenal.

E quanto a “Warm Bodies”?

Uma das minhas memórias favoritas disso foi na verdade o processo de audição, onde eu apareci na casa do Jonathan Levine em LA. Ele estava tipo, “Você acha que pode fazer isso?” E eu estava tipo, “Eu não faço ideia do que fazer.” Então eu apenas meio que cambaleava pela sala de estar dele grunhindo um pouco e fazendo as cenas. E então um caminhão de sorvete passou, e eu estava tipo, “Soooorveeete,” e eu acho que esse foi o momento que ele decidiu me dar o emprego.

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21 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals, Filmes

Nicholas conversou com o Chicago Sun Times durante o período de divulgação do filme Equals. Confira:

Em ‘Equals‘, Nicholas Hoult e Kristen Stewart interpretam dois indivíduos vivendo em uma sociedade do futuro onde todas as emoções foram sistematicamente removidas das vidas das pessoas. Não há guerra, raiva ou crime, mas as emoções boas também foram eliminadas.

O diretor Drake Doremus (‘Like Crazy’, ‘Breathe In’) e seu time de produção criaram um ambiente muito duro e antisséptico, o qual eles deram vida no Japão.

Essa existência calma e extremamente entediante é um desafio para Silas, personagem de Hoult, e a Nia de Stewart que percebem que eles foram afetados por uma doença que acorda suas emoções totalmente ilegais e ocultas.

‘Equals’, é claro, então se torna um romance de ficção científica, com os dois lutando para esconder seus sentimentos em um mundo que não os valoriza.

Como o papel principal de um ator na sua vida é exalar uma variação de emoções, Hoult entendeu a ironia de interpretar um personagem – especialmente nas primeiras cenas – onde tudo isso está reprimido.

“Na verdade, sempre que eu leio um roteiro, eu gosto de achar esses personagens que mudam e evoluem com o decorrer da história. Claro, nesse caso, essa evolução foi mais evidente do que qualquer papel que eu tenha interpretado anteriormente.”

Doremus é conhecido por sua habilidade de improvisar livremente com seus atores, um fato que Hoult amou. “De fato, eu acredito que esse seja o primeiro filme do Drake que teve um roteiro,” disse Hoult. “Mas o tempo mais importante que passamos improvisando foi antes de começar a fotografia principal. Kristen e eu passamos muito tempo fazendo isso nos ensaios, mas não foi como se estivéssemos lendo nossas falas. Foi sobre conhecer um ao outro e se sentir confortável com a presença do outro. No final, foi muito útil quando as câmeras estavam rolando, porque nós podíamos antecipar os movimentos e pensamentos um do outro.”

O ator admitiu que após passar vários meses no ambiente todo branco de Equals, ele quase quis “correr e comprar um monte de camisas loucas e jeans e coisas assim, mas eu não fiz isso.” No set, as roupas eram todas brancas, os sapatos eram brancos, todas as paredes de cada prédio também eram pintadas de branco.

“Mas esse visual do set e as roupas foi perfeito,” disse Hoult. “Realmente nos coloca no humor do filme. Nós precisávamos desse minimalismo para ajudar a expressar a falta de emoções que estava existindo nesse futuro louco. Como atores, foi uma grande ajuda.”

Em ‘Equals’, foi a primeira vez que Hoult trabalhou no Japão. “Eu fui uma vez quando tinha 12 anos, mas não tinha voltado desde então. Eu acho que para muitos de nós, uma grande parte de fazer esse filme foi que nós estávamos todos juntos. Estávamos longe de casa, experienciando essa terra nova e inexplorada pela maioria de nós. Nós passamos muito tempo juntos quando não estávamos trabalho, e então voltávamos juntos para o trabalho. Nos aproximou como pessoas.”

Novamente voltando para o tema básico de ‘Equals’, Hoult disse que ele ficou intrigado com o conceito que alguns colocaram adiante – a tentativa de negar as emoções negativas no mundo. “Claro, seria legal se houvesse um mundo sem guerra, ou pessoas matando uma as outras ou roubando. Mas isso é uma filosofia tão estranha. Quando você desliga suas emoções ruins, você provavelmente vai perder as boas, também. Não, a vida é simplesmente carregada com esses altos e baixos. Você tem que aceitar o mal para apreciar as coisas boas que vem em seu caminho. Todos esses sentimentos e emoções de alguma forma originam-se do mesmo lugar.”

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