Nicholas Hoult Brasil
26 abril, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Filmes, Kill Your Friends

Confira uma nova entrevista com o Nicholas para a Entertainment Weekly, onde ele fala sobre Kill Your Friends e o processo de interpretar Steven Stelfox:

Você na verdade conseguiu o roteiro de Kill Your Friends alguns anos atrás, certo?
Sim, foi um processo de roteiro bem aleatório, porque eu estava sentado do Hyde Park em Londres, e um produtor me encontrou e disse, “Eu tenho esse roteiro chamado Kill Your Friends.” E obviamente, na minha mente, eu estava tipo, “Um, ok. Vou te dar o número do meu agente, mas eu não espero ver um roteiro ou qualquer coisa disso.” E então um tempo depois, eu peguei o roteiro e li, e naquela época eu não achava que era velho o bastante para interpretar o personagem. Era muito cedo no processo de desenvolvimento, e não parecia certo. Acho que talvez um ano depois, eles voltaram e tinham contratado Owen Harris para dirigir, e eu li o roteiro de novo, e não sei. Naquele momento, eu estava tipo, sim, por que não? Vamos nos divertir. Algo tinha mudado naquele ano onde achei que era capaz de fazer isso.

Então o que foi que te atraiu na segunda vez?
Eu gostei muito da escrita de John. Eu acho obscura e distorcida e um pouco observador. Ele mergulhou na indústria musical, e para os meus amigos que são dessa indústria ou qualquer pessoa que esteve nessa indústria, pode ser um lugar horrendo. Como qualquer indústria, eu acho, dependendo de que lado você está. Eu apenas pensei que John teve um jeito muito interessante de retratar isso, e esse personagem era irremediável. Apenas me fez rir, de um jeito que talvez eu não deveria.

Você teve alguma hesitação sobre abordar um personagem tão antipático? Stelfox é muito manipulador e violento e em geral muito desagradável.
Não muito, porque eu não sou alguém que está tentando formar uma carreira com as pessoas pensando que sempre interpreto o cara legal ou esse tipo de coisa. Eu realmente não tenho nenhuma restrição. Digo, falando de qualquer papel, sempre há restrições do tipo “eu posso fazer isso? Isso vai funcionar?” Você chega no set no primeiro dia, e então pensa “Certo, agora eu tenho que fazer isso,” e isso é uma perspectiva aterrorizante com qualquer papel. Certamente há personagens que você olha e pensa “Eu tenho uma ideia de como fazer isso, e é dentro da minha zona de conforto,” e eu acho que esse papel não estava na minha zona de conforto que eu estava fazendo e o que é mais natural, talvez. Então foi um bom desafio.

O filme segue uma linha muito interessante entre humor negro e alguns momentos obscuros realmente intensos. Foi difícil encontrar o tom certo?
Isso foi mais entre Owen e John do que para mim. Para mim, foi só interpretar fielmente. Eu nunca interpreto esse tipo particular como comédia. Mas acho que é algo que a audiência tem dificuldade de ler de vez em quando. É tão engraçado de um jeito obscuro algumas vezes ou errado que você não sabe qual lado você está ou o que é aceitável dar risada, e eu acho que isso desafia um pouco as pessoas. Em alguns momentos eu sento e fico “Oh, isso é um pouco perigoso.” Mas é baseado em algo verdadeiro, porque John trabalhou como A&R na indústria musical nos anos 90. Muito da história é fictício, mas os personagens e as coisas são baseadas em pessoas reais e os eventos são um pouco similares aos eventos reais que aconteceram.

Você interpreta um A&R que não está interessado em música, apesar de isso ser o seu trabalho. Mas você fez alguma pesquisa ou tentou mergulhar na música dos anos 90? Você ouvia alguma coisa?
Bom, pelo fato do meu personagem não ter interesse na música dos anos 90 ou música em geral, de verdade, não houve necessidade de mergulhar na música da época. Mas, por sorte, nós temos uma ótima trilha sonora, porque muito músicos amam o livro e são fãs dele e do John. Então eles gentilmente nos deram suas músicas para usar, o que é ótimo porque é um tipo de viagem ao túnel do tempo quando você escuta algumas dessas músicas. Você tem Radiohead e Oasis e todos esses clássicos. Eu estava à beira disso. Em 96, eu tinha 7 anos, então The Story Morning Glory foi um dos primeiros álbuns que comprei. Esse foi meu despertar musical, de alguns jeitos, usando um termo terrível.
Mas em termos de pesquisar, você sabe, sai com pessoas do A&R assim como pessoas da indústria musical, e eu conheci algumas das pessoas que os personagens foram baseados e coisas assim, então isso foi mais útil. E também assisti Kevin Spacey em House of Cards. Ele possui um ótimo jeito de quebrar a quarta parede, então assisti bastante também, porque há cenas que tenho que fazer isso, o que é uma coisa muito complicada de fazer.

Esse é um lugar muito interessante para procurar inspiração. O que você focou sobre Spacey em House Of Cards?
Essa desconexão entre a pessoa pública e o pensamento privado. Pode ser uma coisa complicada de fazer, mas é meio o que acontece com cada pessoa do mundo. Digo, as pessoas raramente dizem exatamente o que estão pensando no momento.

Fonte

23 abril, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Kill Your Friends

O autor de Kill Your Friends entrevistou Nicholas durante a promo de Kill Your Friends. Confira a entrevista completa abaixo:

A primeira vez que eu conheci Nicholas Hoult foi em um escritório no Pinewood Studios, em março de 2014. Foi uns dias depois do inicio das gravações de Kill Your Frieds, o filme inspirado no meu livro de mesmo nome. Meu pensamento foi ‘’Wow, alguém tão alto e tão bonito não deveria existir.” Você pode imaginar minha decepção esmagadora quando eu descobri que além de ser alto e bonito, Nick também é inteligente, acolhedor, simpático e são.

Claro que essas qualidade são completamente diferentes de Steven Stelfox, o personagem que Nick iria fazer. Para aquele que não leram o livro, Stelfox é um implacável e imoral agente de A&R em uma grande gravadora em Londres em 1997, o auge do Britpop. Ele é um cara que fará de tudo para chegar ao topo. Quanto mais eu conhecia o Nick mais eu pensava, “Wow. Ele realmente vai ter que trabalhar nesse aqui.” Graças a deus ele fez, dando vida ao personagem em uma performance memorável.

Claro que quando você trabalha com alguém (eu escrevi o roteiro do filme) você raramente faz perguntas. Você está muito ocupado com seu trabalho. Então fiquei feliz quando NME me convidou para sentar e conversar com o Nick e descobrir um pouco mais sobre o que ele estava pensando quando pegou o papel que foi descrito como “um dos personagens mais desgraçados da literatura.” Nos encontramos no Soho Hotel na Dean Street, Londres, onde bebemos Martinis, comemos mini hamburgers e conversamos pela primeira vez em quase um ano.

Com Kill Your Friends, o que você leu primeiro, o roteiro ou o livro?

O roteiro. Gregor [Cameron, produtor] se encontrou comigo no Hyde Park alguns anos atrás e me deu uma cópia. Eu pensei ‘Uh oh, alerta de cara louco.’ E Owen [Harris, diretor] ainda não estava no projeto, então não parecia real para ser honesto. Eu estava filmando outro filme por um ano e então Owen apareceu – eu seu episódio em Black Mirror – então eu li o roteiro novamente e então o livro, e era o ponto onde eu pensei “Porra, eu tenho que fazer esse personagem.” E, você sabe, aquele ano fez uma grande diferença.

Sim, inicialmente eu pensei que você era novo demais para ser Stelfox. Eu acho que você tinha 23 anos quando foi cotado e o personagem tinha 26. Mas agora você tem o que, 25?

Sim.

E alguns anos fazem uma grande diferença na sua idade. E também, escalar alguém como Craig Roberts oposto a você faz uma grande diferença em como você fica na tela.

Definitivamente. Craig é ótimo no filme. E é difícil, pois depois de você ler o livro você começa a ter ideias sobre como os personagens são, especialmente quando eu estava tentando ver tudo na perspectiva do Stelfox.

Você teve alguma limitação em fazer um personagem tão descaradamente e assumidamente antipático?

Não. Estranhamente eu estava gostando. Eu estava lendo o livro novamente ante de começarmos a gravar. Eu estava andando pela cidade e ocasionalmente eu tinha que parar pois eu olhava as pessoas e ouvia a voz do Stelfox na minha cabeça. Você sabe, o que ele pensaria sobre eles, descrever eles ou o que ele faria com eles. Acontecia muito no trem…

 Teve algum momento do roteiro onde você pensou, “mal posso esperar para fazer isso”?

Certamente qualquer momento onde algo da errado e ele perde o controle por um segundo. O discurso no jantar quando ele está tentando assinar com o The Lazies e então mostra o que ele realmente queria dizer.

 Esse é um dos prazeres do filme: A divergência entre o que ele está pensando e dizendo em qualquer situação. Nós tivemos que tentar várias coisas para fazer isso funcionar no filme…

Owen me fez assistir House Of Cards.

É muito frustrante como um escritor, já que o original eu escrevi quatro ou cinco anos atrás, em 2010 ou 2011, tem muita conversa com a câmera e então – você sabe o processo de fazer um filme, leva tempo para ter qualquer coisa feita – na época que o filme estava acontecendo House Of Cards e Wolf Of Wall Street tinham saído e pessoas iriam pensar que você estava imitando eles. Eu tenho rascunhos com datas de três anos antes desses filmes acontecerem.

Eu amo essas partes brutalmente honestas. O ritmo da linguagem e a criatividade em dizer coisas desastrosas e horríveis ainda é astuto e observador. Isso foi muito atraente.

Por Que você decidiu fazer Kill Your Friends? Você poderia ter ganho muito mais dinheiro fazendo outra coisa…

Ah… Sim! Eu poderia! [Ri, e então fica pensativo] Eu apenas acreditei nisso. Você sabe? Primeiramente, eu não tinha lido nada como isso. Quero dizer, obviamente você escutou falar sobre a comparação com Psicopata Americano, mas não acho que o tom é o mesmo. Certamente há uma falta de empatia com ambos os personagens…

Como no livro não há nenhuma história de fundo, você não sabe o motivo de Stelfox ser como ele é. Presumidamente você como um ator pensou sobre isso?

Owen e eu conversamos sobre como Stelfox tem medo de se tornar o tipo de pessoa que ele mais despreza – um membro do público geral. Apenas um ninguém. Nós falamos sobre como ele provavelmente não teve nenhuma educação e como ele não tinha nenhuma rede de segurança, enquanto várias pessoas a sua volta provavelmente vêm de famílias ricas. Stelfox precisa ter sucesso a todo custo.

Curiosamente, uma das inspirações para Stelfox foi Don Simpson. Simpson era um garoto pobre do Alaska que esculpiu seu caminho até o ponto de Hollywood e ele era apenas uma fonte de grandes orçamentos. Ele disse algo do tipo: “Você sabe, eu vejo crianças entrando no mundo dos filmes o tempo todo. E eles são espertos e engraçados e amam filmes e gostam de ir para o almoço e coisas do tipo e eu penso EU VOU TE ATROPELAR COM A PORRA DE UMA CAMINHONETE.” Ele era alguém com um foco extraordinário. Você deveria ler a biografia dele por Charles Fleming.

É um pouco tarde para pesquisas agora.

Verdade. Deixe-me perguntar isso, você se lembra das musicas do filme? Presumidamente você estava na escola na época que o livro foi lançado…

Em 1997? Sim. Eu tinha sete anos! Eu acho que ‘(What’s The Story) Morning Glory’ do Oasis foi um dos primeiros álbuns que eu comprei, anos depois de ter sido lançado. Eu costumava entrar no quarto do meu irmão e ouvir seu Walkman. The Prodigy’s ‘The Fat Of The Land’ é um que eu lembro ouvir e ficar “Wahhhgh!” O que mais? Eu lembro que realmente gostava de “Ooh Ah… Just A Little Bit” da Gina G. Eu fiava “Porra de musica!” Como eu disse, eu tinha sete anos.

Eu acho que os anos 90 para você foi a mesma coisa que 1970 para mim – quase histórico.

Sim e não. O jeito que o meu cérebro trabalha, parece tudo contemporâneo até você voltar em 1950 ou 60. Alguém comentou outro dia que ‘Crazy In Love’ tem 12 anos e eu fiquei tipo: “Espera ai – O que?”

Cara eu sou um ancião. Eu acho que The Strokes é uma banda nova.

Hahahahahaha! Se eu estou conversando com alguém de 18 ou 19 anos e eu menciono um rap clássico, e eles não conhecem, eu fico ‘Como você não conhece?’ E então eu lembro que eles tinham uns sete anos quando foi lançado e provavelmente não ouviam muito rap.

Você é um grande fã de rap?

Eu sou, na verdade. Eu acho que o último show que eu fui foi do Kendrick Lamar.

Eu amei o último álbum.

Você conhece seu primeiro álbum?

 Não muito.

Cara, é fenomenal.

“Bitch Don’t Kill My Vibe”?

Esse tem um lugar especial no meu coração.

O que mais, musicalmente?

Eu ainda amo Eminem. O primeiro ‘Marshall Mathers LP’. Etta James, Otis Redding, The Rolling Stones. Eu gostei do último álbum do Jamie XX. É como filme, não é? Você não diz ‘Eu apenas gosto de um tipo de filme,’ diz? Mas então, eu não escuto muito death metal, por exemplo.

Assim como em Kill Your Friends, você esteve em alguns filmes de X-Men. Recentemente nós vimos Spielberg e Emma Thompson ponderando sobre a onipresença dos filmes de super-herói…

As vezes vejo filmes de super-heróis e fico frustrado com eles. Parece que são apenas embalagens e não estão se esforçando o bastante, porque eles sabem que é uma fórmula rentável. Mas eu amo os filmes de X-Men pois eles tem coração e tem atores como Michael Fassbender, que trazem muito para os personagens. Os heróis nesse mudo não são presunçosos. Você não quer assistir alguém que você sabe que vai ganhar desde o começo apenas se incrível por duas horas.

É uma época interessante para você como ator, fazendo filmes de X-Men e Kill Your Friends…

Sim. Não porque eu esteja pensando, “Oh wow! Está tudo acontecendo para mim!” Mas é porque eu estou fazendo coisas diferentes, interessantes. Alguns anos atrás eu estaria lendo o roteiro de Kill Your Friends e pensando, “Eu amaria fazer isso,” e eles iriam escalar alguém com seus 20 anos. Agora eu faço coisas como Mad Max e Equals.

Foi divertido interpretar alguém como Stelfox?

Foi. Sendo um ator desde criança eu sempre fui ciente das armadilhas do jogo. E a chance do fracasso. Então eu sempre fui muito sensível e cuidadoso para não deixar a coisa toda fugir de mim. Por quando você está em um filme famoso quando é uma criança, você não que isso seja o ponto alto da sua vida. E também, tudo parece um pouco mais seguro esses dias, na musica e na atuação. E fazer alguém como Stelfox, que mostra o lado sombrio e fica louco com isso foi muito divertido.

Falando de About A Boy, as pessoas já pediram para recriar a cena de Killing Me Softly em alguma festa?

Ah… Não. Mas as pessoas costumavam cantar ‘Shake Your Ass’ para mim quando eu passava na rua.

E você fazia?

Nunca. Nunca mesmo.

Fonte | Tradução: Ana – NHBR

23 abril, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas

Durante o Venice Filme Festival, Nicholas concedeu uma entrevista ao The Daily Beast onde fala sobre amor, Equals, Mad Max e mais. Confira:

Quando eu falei pela última vez com Nicholas Hoult, o ator pronto para a GQ com as sobrancelhas Vulcan e bochechas altas, ele tinha acabado de se separar de sua namorada muito famosa, Jennifer Lawrence. Era janeiro de 2013, o britânico tinha finalizado as gravações de Mad Max: Fury Road – uma gravação cansativa que ele teria creditado para a separação.

“É complicado, porque você está em todos os lugares,” ele disse. “Nós estávamos filmando Mad Max: Fury Road por sete meses em Namibia, então você nunca está realmente em um lugar só, e quando você está, são lugares difíceis de chegar. Eu não mudaria isso, porque você é muito sortudo se você pode viajar, conhecer pessoas novas, e embarcar nessas novas experiências, mas não é bom para esse lado das coisas.”

Bom, bastante aconteceu depois disso. Hoult elevou-se para o status de protagonista. Outro filme de X-Men foi lançado, arrecadando 750 milhões de dólares mundialmente. Fury Road finalmente foi lançado, desafiando toda e qualquer expectativa como um dos melhores filmes do ano. E o ator de 25 anos se reuniu – e separou de novo – de Lawrence, o que foi documentado avidamente nos tablóides.

Dias após os tablóides documentarem a separação, Hoult embarcou em uma jornada para o Japão para filmar Equals, de Drake Doremus, um filme de ficção científica que ocorre em uma sociedade do futuro onde emoções foram erradicadas, e aqueles que os expressam são enviados para sua morte. Seu personagem se apaixona pela colega de trabalho Nia (Kristen Stewart), e os dois decidem fugir ao invés de sucumbir ao seu destino sombrio.

Stewart, também, recentemente se separou de seu namorado e estrela de Twilight, Robert Pattinson, então o projeto, e sua remota ambientação, não poderia ter vindo em um tempo melhor para o par.

“Foi incrivelmente doloroso,” Stewart me disse. “Foi um bom tempo para nós dois fazer esse filme… Nós nos sentimos mais próximos por tudo o que passamos, e utilizar isso foi assustador.”

Hoult concorda. “Foi legal se sentir tão isolado de tudo, de nossas vidas,” ele diz. “Geralmente é o jeito que estamos na localização, mas particularmente nesse filme foi muito íntimo, e um ambiente legal de estar.”

A civilização descrita em Equals é chamada de The Collective, onde seus habitantes vivem em ternos brancos, comem, trabalham, e dormem. Para quebrar a monotonia, eles resolvem um quebra-cabeça em 3D – se eles estiverem se sentindo aventureiros.

De acordo com Hoult, o mundo do filme é um comentário de muitos jeitos sobre a cultura de drogas por prescrição na América, e a supermedicação para nossa juventude. “Não quero irritar nenhum país, mas os EUA tem uma cultura maior do que na Inglaterra de medicar crianças que não possuem nada de errado. Sim, eles são superexcitados e sombrios algumas vezes, mas são apenas crianças crescendo. Algumas vezes eu era um pé no saco, e outras eu era muito calmo. São hormônios e você está crescendo, então para reduzir isso e dizer “Você é biopolar”, e dar remédio para as pessoas por isso, há um grande problema,” ele diz.

Mas Equals é, primeiramente e principalmente, sobre “o amor prevalecendo e o espírito humano,” e as coisas enormes que as pessoas fazem por amor.

“Na maioria das vezes, o que nós estamos fazendo é por amor,” diz Hoult. “Essa coisa quando você se veste pela manhã e pensa, “Oh, eu quero me vestir bem para isso,” isso tudo é abastecido por amor – particularmente aquele amor não correspondido, o amor que você não pode ter. Porque isso é apenas, ugh, tortura.”

Sua experiência em Fury Road não foi exatamente suave, também. Hoult assinou com o projeto de George Miller em janeiro de 2010, mas as filmagens foram atrasadas para 2012. O atraso permitiu que Hoult aceitasse o papel de Hank McCoy/Fera em X-Men: First Class, onde ele conheceu Lawrence.

“Foi como eu terminei em X-Men,” ele lembra. “Originalmente, eu não estava disponível para X-Men então descobri que as filmagens foram atrasadas, então liguei para meu agente e disse a ele que estaria livre.”

O personagem de Hoult em Fury Road é Nux, um War Boy determinado a atingir a imortalidade, e se tornou um favorito dos fãs – com sua boca cromada com spray e falas memoráveis.

“Que dia, que dia agradável!” ele diz, rindo. “É um sentimento ótimo quando você interpreta um papel, as pessoas gostam, e gostam tanto da fala que se torna um bordão. Eu passo muito tempo fazendo Dubsmashes, e me mandarem um de uma pessoa vestida do meu personagem em Mad Max outro dia. E a maquiagem estava boa, foi louco.”

O ator surpreendentemente alto (1,90) diz que houve dias no set onde ele terminava as filmagens no deserto, lavava a pintura, e tinha um bloco de motor V8 marcado pelo sol em seu peito.

E o spray cromado? “Era spray de bolo,” ele diz, “essa mistura de colorização para bolo. Não tóxico!”

Mas, de volta para Equals, há uma cena onde Hoult e Stewart, que estão experimentando o amor pela primeira vez, experimentam seu primeiro beijo. É uma sequência poderosa em um lavabo repleta de música, luz, toques exploradores, e a recompensa.

“Tem que ser um pouco ruim, mas também não pode ser engraçado – e tem que ter muito sentimento e descoberta nisso,” Hoult diz sobre seu beijo com Stewart. “Não é um trabalho ruim para mim!”

Fonte

20 abril, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas

Durante o desfile da Burberry em fevereiro, Nicholas concedeu uma rápida entrevista ao site da revista ELLE. Confira abaixo:

Esse não é seu primeiro desfile de moda, é?

Não é meu primeiro, mas definitivamente isso não é algo frequente para mim. Se você dissesse “Nicholas, quer ir em um desfile de moda?” Eu diria “Não, prefiro dormir até mais tarde.” Mas esse é diferente.

Por que vale a pena acordar por essas roupas?

Eu não sei muito sobre roupas, para ser honesto com você, mas eu sei um pouco sobre Burberry, porque você cresce sabendo que é parte da sua herança nacional, então é uma grande honra ser convidado para estar aqui. E as roupas são legais, são clássicas e fáceis de usar.

Você realmente se importa com o que você está vestindo?

[Risos] Me importo que esteja limpo!

Você se importa com o que as garotas vestem?

Eu gosto quando as pessoas usam algo apropriado para a ocasião, se é isso que você quer dizer… Então, se você está vindo para um desfile da Burberry, primeiramente, use roupas limpas. Em segundo lugar, você sabe, é provavelmente uma boa ideia usar um trench coat da Burberry se você tiver um. Eles são legais, se você parar para pensar, porque eles são a única coisa que está sempre na moda.

Sua acompanhante está usando um trench coat deslumbrante.

Essa é a Rosanna, mas antes que você pergunte, não é um encontro! Ela é minha irmã.

Isso é incrível. Por que ela veio ao desfile com você?

Porque é aniversário dela! E ir em desfiles de moda parece uma coisa legal de fazer em seu aniversário.

É um ótimo presente. Vocês terão uma festa mais tarde?

Eu duvido. Nós provavelmente vamos para casa.

Você consegue fazer brownies ou bolo?

Definitivamente não! Nossa irmã mais nova é a confeiteira da família. Eu realmente não consigo fazer sobremesas. Mas sempre posso comer.

Fonte

14 setembro, 2015  Bruna Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals

Nicholas e Kristen Stewart realizaram no Festival de Veneza a press conference de Equals juntamente com o diretor Drake Doremus onde concederam uma entrevista para a Variety. Confira:

VENEZA – Entrando na press conference do Festival de Veneza em meio a aplausos de muitos fãs, Kristen Stewart e Nicholas Hoult falaram sobre amor, escolha de filmes e a direção de Drake Doremus sobre os atores na competição de Veneza estreando Equals.

Alguns críticos de Veneza caracterizaram Equals como um filme de romance inclinado para adolescentes, uma das atrações do filme é a fácil intimidade mostrada entre os personagens de Stewart e Hoult enquanto eles conectavam com seus sentimentos e um com o outro em um mundo futurista que tem emoções erradicadas.

Kristen e Nicholas interpretam pessoas com Switched on Syndrome que começam a ter sentimentos, e então se apaixonam um pelo outro.

Equals é “basicamente sobre duas crianças que se amam quando não deveriam” Stewart disse. “Uma coisa que nós falamos sobre sem parar: Nós ainda existiríamos se amor não existisse, poderíamos viver sem ele. Provavelmente não. Se você não tem paixões, talvez não por outra pessoa, mas paixão, curiosamente: Isso é o que nos faz seguir em frente.”

Continue lendo  »

14 setembro, 2015  Bruna Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals

Antes da premiere de Equals no Venice Film Festival, Nicholas e Kristen Stewart concederam uma entrevista ao Deadline. Confira:

Equals” – Kristen Stewart & Nicholas Hoult compartilham sentimentos na história de amor futurista.

A equipe de Equals estava no screening da história de amor futurista do cineasta muito louco Drake Doremus. Sentei-me esta tarde com as estrelas Kristen Stewart e Nicholas Hoult para falar sobre o filme que é uma espécie oportuna de Romeu e Julieta futurista. O filme terá o seu tapete vermelho e o screening hoje à noite em Veneza e, em seguida, vai para Toronto, onde se espera um acordo dos EUA para fechar. Há também potencial para uma série de TV, diz-me o produtor executivo Russell Levine.

Equals está situado em um elegante, futuro brilhante onde as emoções foram banidas e os relacionamentos são proibidos. Qualquer pessoa que apresente sinais de sentimento é diagnosticado com SOS, ou Switched-On-Syndrome, para a qual não há cura. Stewart interpreta Nia que realmente tem SOS mas não deixou transparecer. Quando Silas (Hoult) descobre que ele também tem isso, eles se juntam e decidem fugir. Jacki Weaver e Guy Pearce também estrelam. A reação na primeira exibição para imprensa ontem à noite estava entusiasmada, mesmo com alguns dos comentários mistos. Os dois protagonistas têm recebido fortes elogios.

Continue lendo  »






Nicholas Hoult Brasil é um fansite não oficial e sem fins lucrativos. Não temos nenhuma ligação direta com Nicholas, seus representantes, familiares, amigos, etc. Pedimos que as matérias traduzidas, bem como todo o conteúdo pesquisado e editado pela nossa equipe, sejam sempre creditados quando usado em outro site. Se há algo seu aqui que você gostaria que tirássemos do ar, entre em contato conosco antes de tomar qualquer ação legal. Agradecemos a compreensão e volte sempre!