Nicholas Hoult Brasil
08 Maio, 2017  Mari Comentarios estão fechados Entrevistas

Nicholas marcou presença em um screening privado do filme Get Out, estrelado por seu amigo Daniel Kaluuya. Confira as fotos clicando nas miniaturas:

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19 dezembro, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Notícias

Outros > (12/2016) Viagem ao Nepal

Nicholas recentemente viajou ao Nepal com seu amigo Carlos Adams para conhecer melhor o projeto do WWF de proteger os rinocerontes e também conheceu um pouco mais da comunidade. Confira o que ele disse sobre a viagem:

É no meio da tarde no pequeno, mas poderoso país da região dos Himalaias, Nepal, e o ator Nicholas Hoult ganha um beijo molhado de um bebê rinoceronte órfão. A Fundação Nacional para a Conservação da Natureza do Nepal achou o animal, que agora está sob seus cuidados. Hoult recentemente viajou até o Parque Nacional de Chitiwan no Nepal para aprender sobre os esforços de conservação do Nepal e do WWF para proteger o pequeno Mayure e outros rinocerontes que estão ameaçados de caça ilegal e perda de habitat, entre outros perigos.

“A conservação da vida selvagem é muito importante,” disse Hoult. “Muitos desses animais estão sendo caçados, seu número está diminuindo, e quando acabar, eles vão desaparecer. Eu sempre adorei rinocerontes em particular desde que eu tinha três anos de idade e fui sortudo o bastante de passar as férias na África. Eu não vi um rinoceronte naquela idade, mas eu ganhei uma estátua de madeira que eu tenho até hoje, eu amei rinocerontes desde aquele momento. Vir aqui e poder vê-los em seu habitat natural é um grande prazer e eu não posso agradecer ao WWF o suficiente pelo trabalho maravilhoso que eles fazem em ajudar esse parque e o governo do Nepal em desenvolver esses programas e manter os rinocerontes na selva.”

Enquanto esteve no Nepal, Hoult se encontrou com membros da comunidade de Amaltari, uma zona de amortecimento do Parque Nacional de Chitwan, para aprender sobre suas vidas e sua relação com a vida selvagem em sua volta. O ecoturismo na área fornece grandes incentivos de conservação para a comunidade de Amaltari, que mantêm uma unidade voluntária contra caça furtiva na qual membros realizam patrulhas regulares na floresta de sua comunidade para manter um controle sobre caça furtiva e crimes ilegais da vida selvagem.

Com o apoio da Iniciativa de Comunidades Sustentáveis do WWF Nepal, a comunidade de Amaltari está focada nos principais pilares da sustentabilidade e conservação – meios de subsistência auto-suficientes, energia alternativa, saúde e educação – que tem produzido impacto escalável para a população local e seu ambiente natural.

A visita de Hoult ao Chitwan veio em um ótimo momento onde eles estavam comemorando quase 1,000 dias de zero caças ilegais na área. Este sucesso excepcional é devido à vontade política de alto nível, a um impressionante exército nepalês comprometido com o rastreamento de caçadores furtivos e o envolvimento ativo de comunidades de conservação. Mais de 645 rinocerontes de um chifre vivem agora no Nepal.
“Essa é uma história positiva para mim em termos da vida selvagem e em manter o mundo como deve ser para futuras gerações,” disse Hoult. “Seguir os rinocerontes, vê-los em seu habitat natural tem sido inacreditável e ver todo mundo se importando tanto com isso e fazendo um trabalho incrível, é extraordinário.”

Os esforços para proteger os rinocerontes e apoiar as comunidade locais do Nepal e o governo estão sendo recompensados. Mais cedo neste ano, nós celebramos 4 períodos de 365 dias de zero caça ilegal no Nepal.
Como parte desse trabalho com o WWF, Hoult e seus dois amigos de infância, Carlos Adams e Nick Atkins, farão uma corrida na Índia no início de 2017 para arrecadar fundos para a conservação de rinocerontes junto com o apoio ao Teenage Cancer Trust.

27 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals, Filmes

Nicholas conversou com o site AZ Central por telefone durante o período de divulgação de Equals e falou sobre o filme e como foi a experiência de gravar longe de casa, confira:

Depois de ficar famoso como um ator mirim em “About a Boy,” Nicholas Hoult interpretou o peludo azul Beast em três filmes de “X-Men”, um zumbi sensível em “Warm Bodies” e o garoto de guerra em “Mad Max: Fury Road”.

A estrela britânica de 26 anos não ruge ou grita muito em seu último projeto, “Equals,” uma história de suspense sci-fi de amor proibido que se passa em um futuro distópico onde todas as emoções humanas foram reprimidas geneticamente. Mas quando seu personagem, Silas, é diagnosticado com “Switched On Syndrome,” ele começa a sentir pela primeira vez. E com a estrela de Twilight, Kristen Stewart como sua co-estrela, não é muito difícil de adivinhar onde isso pode chegar.

Hoult falou por telefone sobre seu indie em lançamento com o diretor Drake Doremus (“Like Crazy”).

Como é para um ator interpretar um personagem sem emoções?

É surpreendentemente estranho, porque seu instinto natural é sentir alguma coisa, e então tentar conter isso é um jeito completamente desumano de interagir. O estilo do Drake, o jeito que ele queria as coisas transmitidas era bem pequeno e sutil e contido porque é um despertar para esses personagens. Então é um desafio diferente, mas algo que eu realmente gostei de explorar com esses caras.

Como ele trabalha como diretor?

Ele é alguém que é tão apaixonado e está realmente fazendo filmes pelas razões certas. E muito colaborativo. Ele cria um ambiente onde você completamente esquece que você está fazendo um filme, praticamente. Você captura momentos que são muito reais e honestos, e isso é tudo que ele quer. Você complemente se perde nisso, e é raro, sabe. Normalmente tem um jeito rígido ação, corta, e você faz seu trabalho entre essas coisas, que não é a forma como isso funcionou de maneira alguma.

Como você se preparou. Teve muitos ensaios?

Isso foi com menos ensaio possível. Era mais sobre explorar no momento e deixar as câmeras rodando e fazendo longas tomadas e improvisando. Ensaio teve mais a ver com Drake, Kris e eu conhecendo uns aos outros, ficando tão confortáveis uns com os outros e confiando uns nos outros, que havia esse cobertor de segurança em volta de nós.

Você teve um vínculo com Kristen Stewart por que ambos eram atores mirins?

Na verdade não. Isso é algo que é obviamente parte de nossas vidas. Parte da coisa que nos faz similares é o fato que nós não estamos realmente no mundo clássico da atuação e treinamento, particularmente. Nós somos pessoas curiosas, e ela é incrivelmente inteligente e em contato com suas emoções. Então ela é inspiradora de se estar por perto. Ela é muito apaixonada e se importa de coração com filmes e contar histórias, e também aquele momento. Então é incrível fazer cenas com ela, por que o mínimo movimento com os olhos ou tremor da sua voz, você capta com tão pouco.

O filme foi gravado no Japão e Singapura. Isso foi uma aventura?

Nós viajamos por todo o Japão, porque havia um arquiteto (Tadao Ando) que desenhou todos esses museus e universidades e escritórios, essas estruturas imensas de vidro e aço que eram tão imaculadas e futuristas e tinha ângulos maravilhosos para o John (Guleserian), o diretor de fotografia, filmar. Elas eram parte da composição do filme. Uma das coisas mais incríveis sobre gravar filmes em locações é que muito poucas pessoas são de lá. É uma experiência que todos vocês estão tendo juntos. Vocês todos ficam no mesmo hotel e vivem juntos, basicamente, por meses. Você se torna muito próximo, e você está tendo todos esses ‘primeiros’ junto. Isso aproxima todo mundo mais do que se você estiver fazendo um filme enquanto as pessoas estão vivendo em casa e tendo vidas separadas e preocupações no mundo real.

Então, como é ter sua vida amorosa sendo notícia?

O que está escrito não é verdade de qualquer maneira, então na verdade é bem engraçado. E se você olhar isso no final das contas, eu acho que todo mundo tem suas próprias coisas em sua vida e coisas mais importantes acontecendo com elas, então a expressão britânica que eu normalmente uso para esse tipo de coisa é “tempestade em uma xícara de chá.”

Qual é a sua melhor história do set de “Mad Max”?

Oh, caramba, você está voltando lá atrás agora. Tem muitas coisas incríveis. Eu fiquei arrepiado naquele set muitas vezes só pelo ambiente e o barulho e o gosto do deserto e assistir os dublês e veículos fazendo seus trabalhos. Provavelmente só George Miller, o quão calmo no meio de tudo aquilo ele estava, quão gentil, quão ciente de todo mundo em volta dele e como ele conseguiu manter a calma entre 700 pessoas no meio do deserto da Namíbia. Foi extraordinário de se assistir, e é isso que o faz um diretor fenomenal.

E quanto a “Warm Bodies”?

Uma das minhas memórias favoritas disso foi na verdade o processo de audição, onde eu apareci na casa do Jonathan Levine em LA. Ele estava tipo, “Você acha que pode fazer isso?” E eu estava tipo, “Eu não faço ideia do que fazer.” Então eu apenas meio que cambaleava pela sala de estar dele grunhindo um pouco e fazendo as cenas. E então um caminhão de sorvete passou, e eu estava tipo, “Soooorveeete,” e eu acho que esse foi o momento que ele decidiu me dar o emprego.

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21 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Equals, Filmes

Nicholas conversou com o Chicago Sun Times durante o período de divulgação do filme Equals. Confira:

Em ‘Equals‘, Nicholas Hoult e Kristen Stewart interpretam dois indivíduos vivendo em uma sociedade do futuro onde todas as emoções foram sistematicamente removidas das vidas das pessoas. Não há guerra, raiva ou crime, mas as emoções boas também foram eliminadas.

O diretor Drake Doremus (‘Like Crazy’, ‘Breathe In’) e seu time de produção criaram um ambiente muito duro e antisséptico, o qual eles deram vida no Japão.

Essa existência calma e extremamente entediante é um desafio para Silas, personagem de Hoult, e a Nia de Stewart que percebem que eles foram afetados por uma doença que acorda suas emoções totalmente ilegais e ocultas.

‘Equals’, é claro, então se torna um romance de ficção científica, com os dois lutando para esconder seus sentimentos em um mundo que não os valoriza.

Como o papel principal de um ator na sua vida é exalar uma variação de emoções, Hoult entendeu a ironia de interpretar um personagem – especialmente nas primeiras cenas – onde tudo isso está reprimido.

“Na verdade, sempre que eu leio um roteiro, eu gosto de achar esses personagens que mudam e evoluem com o decorrer da história. Claro, nesse caso, essa evolução foi mais evidente do que qualquer papel que eu tenha interpretado anteriormente.”

Doremus é conhecido por sua habilidade de improvisar livremente com seus atores, um fato que Hoult amou. “De fato, eu acredito que esse seja o primeiro filme do Drake que teve um roteiro,” disse Hoult. “Mas o tempo mais importante que passamos improvisando foi antes de começar a fotografia principal. Kristen e eu passamos muito tempo fazendo isso nos ensaios, mas não foi como se estivéssemos lendo nossas falas. Foi sobre conhecer um ao outro e se sentir confortável com a presença do outro. No final, foi muito útil quando as câmeras estavam rolando, porque nós podíamos antecipar os movimentos e pensamentos um do outro.”

O ator admitiu que após passar vários meses no ambiente todo branco de Equals, ele quase quis “correr e comprar um monte de camisas loucas e jeans e coisas assim, mas eu não fiz isso.” No set, as roupas eram todas brancas, os sapatos eram brancos, todas as paredes de cada prédio também eram pintadas de branco.

“Mas esse visual do set e as roupas foi perfeito,” disse Hoult. “Realmente nos coloca no humor do filme. Nós precisávamos desse minimalismo para ajudar a expressar a falta de emoções que estava existindo nesse futuro louco. Como atores, foi uma grande ajuda.”

Em ‘Equals’, foi a primeira vez que Hoult trabalhou no Japão. “Eu fui uma vez quando tinha 12 anos, mas não tinha voltado desde então. Eu acho que para muitos de nós, uma grande parte de fazer esse filme foi que nós estávamos todos juntos. Estávamos longe de casa, experienciando essa terra nova e inexplorada pela maioria de nós. Nós passamos muito tempo juntos quando não estávamos trabalho, e então voltávamos juntos para o trabalho. Nos aproximou como pessoas.”

Novamente voltando para o tema básico de ‘Equals’, Hoult disse que ele ficou intrigado com o conceito que alguns colocaram adiante – a tentativa de negar as emoções negativas no mundo. “Claro, seria legal se houvesse um mundo sem guerra, ou pessoas matando uma as outras ou roubando. Mas isso é uma filosofia tão estranha. Quando você desliga suas emoções ruins, você provavelmente vai perder as boas, também. Não, a vida é simplesmente carregada com esses altos e baixos. Você tem que aceitar o mal para apreciar as coisas boas que vem em seu caminho. Todos esses sentimentos e emoções de alguma forma originam-se do mesmo lugar.”

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21 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevistas, Equals, Kristen Stewart

Em entrevista para o LA Times, o trio conversou sobre Equals, suas emoções e se gostariam de viver em uma sociedade sem emoções. Confira:

Por um longo tempo, parecia que Kristen Stewart estava sempre se escondendo. De baixo de capuzes e bonés. Dos flashes. Mesmo sua voz, porque o silêncio não iria trai-la.

Naquela época, quando ela era conhecida por ser a estrela de ‘Crepúsculo’, a ideia de viver em um mundo sem emoções poderia soar atraente para ela. Essa é a ideia de seu novo filme, Equals, que conta a história de uma sociedade onde humanos foram privados dos sentimentos, pois esses podem causar muita angústia física e mental.

“As pessoas pensavam que eu não tinha expressões,” disse ela. “Mas eu compartilho até demais. Recentemente, eu estava vomitando antes de um desfile da Chanel em Pequim; Eu comi arroz frito ou algo que não estava bom. E quando eu entrei, eu comecei a contar para todo mundo que eu não estava me sentindo bem. Era a coisa mais nojenta, mas eu prefiro que pensem que eu sou nojenta do que pensarem ‘O que tem de errado com ela? Ela está agindo estranho essa noite.’”

Ela apenas joga sua mochila e se senta do lado de Nicholas Hoult, seu co-star em ‘Equals’, que chegou aos cinemas na sexta-feira. Drake Doremus, o diretor, sentou-se de frente para eles.

Stewart tirou o boné e seu bagunçou seu cabelo, que é loiro platinado com raízes pretas. Sua roupa era uma mistura: meias de malha com tênis, um relógio da Chanel, e delineador preto borrado. Hoult, no entanto, que havia chegado na noite anterior da Inglaterra, parecia sonolento, como se tivesse colocado qualquer coisa que estivesse no topo de sua mala.

Em ‘Equals’, os interpretam um casal. Apesar de seus personagens supostamente não sentirem nada, os dois são afetados pelo S.O.S – Switched-On Syndrome – o que significa que eles são capazes de sentir medo, tristeza e desejo sexual. Quando começam a se apaixonar, eles precisam manter seu relacionamento em segredo ou arriscar serem tratados, ficando sem emoções novamente.

O filme é um tipo de partida para Doremus, um indie naturalista que tende para os dramas de relacionamentos bagunçados. Embora em ‘Equals’ você pode vê-lo trabalhando novamente com dois jovens atores – seu filme mais famoso, ‘Like Crazy’ de 2011, foi uma plataforma de lançamento para Felicity Jones e ao falecido Anton Yelchin – é também a primeira vez que ele explora ficção cientifica. O filme foi filmado no Japão e Singapura, e tem uma estética incolor, estéril. E Doremus preso frouxamente no roteiro (escrito por Nathan Parker), embora no passado ele seja usado apenas como um esboço.

Apesar das mudanças, Doremus se manteve familiar em seu processo de ensaio, pedindo para Hoult e Stewart passarem uma semana fazendo exercícios juntos antes das filmagens começarem. Alguns eram fáceis: Em um deles, os atores deveriam encarar um ao outro por uma hora, dizendo apenas ‘olá’. O objetivo, segundo o diretor, era fazer os atores pensarem sobre como seria ser folhas em branco.

“Era sobre descobrir as coisas, o que é o oposto de como você normalmente se aproxima nos filmes – tentando adicionar camadas de complexidade,” disse Doremus. “Não tem uma história de fundo aqui, então essencialmente, nós tivemos que renascer e começar de novo.”

“Essa foi a primeira vez que um diretor se virou e disse, ‘Não faça nada. Faça menos.’” disse Hoult, que estrelou ‘About a Boy’ quando tinha 12 anos e tem aparecido em ‘X-Men’ e ‘Mad Max: Fury Road.’

“A parte mais difícil foi encontrar uma base de pode onde deveríamos começar,” Stewart entrou na conversa. “Eu estava tão perto disso, especialmente naquela época, eu estava tipo ‘Vai machucar tanto fazer esse filme agora.’ Eu estava apavorada. Como poderíamos olhar para as câmeras com olhos de bebês?”

Foi uma hipotética que o trio explorou durante o período de ensaio no Japão. A premissa levou a discussão sobre o namoro online (isso está nos separando um do outro?) e prescrição excessiva de medicamentos (estamos todos muito entorpecidos?)

“Eu tomava Metilfenidato e Dextroanfetamina quando criança, e eu ainda estou bravo com a minha mãe sobre isso,” lembrou Doremus.

“Você já tomou Adderall depois que cresceu?”Stewart perguntou. Doremus negou com a cabeça.

“Sinto muito,”Stewart continuo, “mas eu tomei um Adderall uma vez e eu estava tipo ‘Crianças tomam isso?’ É rápido, para ser honesta com você. Eu estava em uma road trip e me sentia para baixo.”

Hoult parece surpreso por sua admissão e imita o movimento de pegar o gravador e lança-lo na parede.

“Não, está tudo bem,”Stewart diz. “As pessoas podem saber disso. Eu fiz – Bom, não importa.”

Hoult, que também tem 26 anos, é muito mais calado e cuidadoso com as palavras do que Stewart. Os dois estiveram em relacionamentos de alto perfil – Hoult com Jennifer Lawrence e Stewart com Robert Pattinson – mas o ator parece ser mais reservado sobre sua vida fora das telas.

“Eu sou muito protetor com a minha vida pessoal.” ele disse.

“Eu não falaria sobre com quem eu [fiz sexo] ou como eu [fiz sexo com eles] ao menos que eu seja sua amiga. É estranho,” concorda Stewart, que também estrela no filme de Woody Allen, Café Society, nesse verão. “Mas então, ao mesmo tempo, eu descobri uma forma de viver minha vida e não sentir que estou escondendo algo. E eu acho que isso é muito aparente para quem se importa – nem todo mundo se importa. Mas aqueles que estão me seguindo por muito tempo, é aparente que eu estou mais relaxada do que eu costumava ser.”

Ela deve estar se referindo as fotos dela de mão dadas e beijando outra mulher, como a cantora francesa Soko. Para alguém que protegia ferozmente sua vida pessoa, essa é uma grande mudança de atitude.

Embora Hoult não esteja disposto a compartilhar seus sentimentos com o público, ele gosta de ter uma vida com emoções. Como Stewart disse, ele acha que viver em uma sociedade parecida com a de ‘Equals’, uma ideia aterrorizante.

“Eu gosto de me sentir mal às vezes e então colocar uma musica e chafurdar em auto piedade o dia todo,” ele disse. “Porque você precisa ter momentos bons e ruins, não é mesmo?”

“Você acabou de dizer ‘Não é mesmo?’” perguntou Stewart. “Você soou muito inglês agora. Você esteve em casa por um tempo?”

“Sim,”Hoult concorda rindo.

“Eu concordo com o Nick, no entanto,” ela disse, terminando o pensamento. “Eu não posso mentir e dizer que em momento obscuros eu não tenha ficado ‘Não! Eu não quero sentir isso!’ Mas eu sei que isso não é verdade. Eu me sinto abençoada de poder colocar ações no que eu sinto, e isso me guia para lugares ótimos. Como ele disse, você não pode ter os altos sem os baixos.”

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16 julho, 2016  Ana Comentarios estão fechados Co-stars, Entrevistas, Equals, Kristen Stewart

Durante a press de Equals, Nicholas, Kristen e Drake responderam algumas questões relacionadas ao filme, o que eles achariam de viver em um mundo sem emoções, como foi filmar na Ásia e sobre as cenas mais íntimas. Confira:

Você só precisa olhar para as notícias recentes para ver que as emoções estão com tudo agora na América. Isso faz com que o drama sci-fi Equals seja uma parábola futurista particularmente oportuna. Situado em uma sociedade onde as emoções humanas foram forçadamente eliminadas da nossa composição genética, o filme segue dois cidadãos desta distopia brilhante — Silas (Nicholas Hoult) e Nia (Kristen Stewart) — que sucumbem a essa doença debilitante conhecido como “se apaixonar”. É um romance profundo na tradição de Romeu e Julieta e Loucamente Apaixonados, o filme de 2011 do diretor de Equals, Drake Doremus.

Esse filme vencedor do Sundance, foi estrelado pelo falecido Anton Yelchin e Felicity Jones como um casal que se apegam a um romance de verão por muito mais tempo do que é saudável para qualquer um deles. Da mesma forma, Silas e Nia não sabem como parar um ao outro, mesmo que seus sentimentos os tornem párias em sua sociedade. “Isso é o que me interessa”, Doremus diz ao Yahoo Movies. “A ideia de que você só sabe que alguém é sua alma gêmea quando não pode se livrar dela, mesmo quando você tenta.” Em conversas separadas, falamos com Doremus e as estrelas Stewart e Hoult sobre a experiência de criação de um futuro governado pela lógica, ao invés de emoções.

Sobre os prós e os contras de viver em um mundo sem emoções:
Drake Doremus: Eu sou uma pessoa tão emocional que não posso me imaginar estando neste mundo. Mas eu acho que é fascinante remover essa coisa que nos faz mais humano, que é a capacidade de amar. E então é realmente fascinante pensar, nós deveríamos encontrar um caminho de volta para isso? É mais produtivo para a sociedade se concentrar na exploração e curiosidade, sem as coisas que nos impedem? E a resposta é não, não mesmo. A vida é confusa, e as relações são desorganizadas. Não é perfeito, e devemos aceitar que isso é realmente importante.
Kristen Stewart: É uma pergunta hipotética que é boa para a conversa e para este filme, mas eu realmente não acho que você poderia ter este tipo de mundo. Nós seríamos apenas massas de carne de pessoas indiferentes, que nunca saiu da cama; não teríamos nenhuma resposta humana sobre qualquer coisa. Não haveria nenhuma curiosidade intelectual ou desejo de progresso. Eu nem saberia como viver sem isso.
Nicholas Hoult: Seria uma sociedade mais fácil para se viver, e haveria muito mais paz sem as coisas terríveis que as pessoas sentem tão profundamente. Mas você não pode ter o bom sem o mau.

As influências específicas de sci-fi no filme:
Doremus: Grande revelação: Eu nunca vi THX-1138, e eu nunca li 1984. Mas tenho eu vi e amo, Fahrenheit 451 de François Truffaut. Esse filme foi feito nos anos 60, mas parece que poderia ter sido feito hoje, porque não há nada que amarra àquela época. Blade Runner é também uma influência do ponto de vista de sua música etérea e visual. É uma espécie de um poema de tom. Com Equals, eu sempre digo a público antes do filme para desligarem suas mentes e ligarem seus corações. Não é um filme de pensamento, é um filme de sentimento.

Sobre as cenas íntimas do filme, incluindo um encontro sensual em um chuveiro:
Hoult: Drake dá um espaço e um ambiente onde você se sente seguro para explorar e fazer a sua coisa. Mas dentro disso, ele é muito encorajador e se importa muito. Era estranho ir de zero a cem, em certo sentido, saltando entre as cenas em que você não pode sentir nada e cenas em que você está experimentando coisas pela primeira vez.
Stewart: Essas pessoas sabem como andar e falar, e eles têm empregos. Assim, eles não são crianças. No entanto, eles estão emocionalmente e sexualmente [atrofiados]. Se você simplesmente coloca duas pessoas que nasceram como adultos um em frente do outro, o que eles iriam fazer — especialmente se eles fossem atraídos um pelo outro? Eles não sabem como beijar ou procriar classicamente, mas eles ainda são humanos. É uma hipotética estranha, mas eu posso imaginar.
Doremus: Kristen e Nic atiraram-se completamente no filme. Foi incrível estar envolvido nessa energia. Eles são tão diferentes; Nic é meio tímido, e Kristen é muito apaixonada e intensa. Eles trouxeram coisas um no outro que eu não acho que outras pessoas teriam feito. Você não quer dirigi-los demais. No set, eu não falava muito, para ser honesto. Eu apenas tentei deixar a câmera rolar e os deixei explorar a dinâmica que existe e sai do caminho mais do que tudo.

Sobre filmar na Ásia:
Doremus: Filmamos no Japão, em Tóquio, Kōbe e Osaka, e também em Singapura – todos esses lugares incrivelmente bonitos. A maioria dos locais foram museus, universidades ou institutos. Eu queria que tudo fosse prático; Eu não queria um filme de tela verde. Isso precisava parecer como uma versão tangível de 10 anos a partir de agora. 2016 em Los Angeles e 2016 no Japão são tão diferentes; quando eu estava lá, era como, “Eu não sei nem mesmo em que século estou!”. É um mundo tão diferente e um mundo melhor em alguns sentidos.
Hoult: A arquitetura e a aparência [desses locais] é muito mais uma parte deste mundo. Você percebe o quão limpo e preciso que eles eram, mas também o quão vazio de qualquer toque humano ou personalidade.

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