Nicholas Hoult Brasil
17 fevereiro, 2017  Bruna Comentarios estão fechados Conferência, Festival, Galeria, Newness, Photoshoot, Premiere, Rebel in the Rye, Vídeo
24 janeiro, 2017  Bruna Comentarios estão fechados Crítica, Newness

Newness, novo filme do diretor Drake Doremus e estrelado pelo Nicholas, foi exibido para os críticos no Sundance Film Festival. O Collider publicou sua review sobre o filme. Confira:

ATENÇÃO: O TEXTO CONTÉM SPOILERS!

Amor é uma emoção universal. É algo que cada ser humano pode se identificar, e é por isso que muitas das melhores obras de arte são sobre este tópico. O cineasta Drake Doremus tem uma habilidade para abordar o amor de forma íntima, colocando sua própria rotação em um relacionamento específico em cada sucessivo filme. Like Crazy abordou o amor jovem e as relações a longa distância; Breathe In o amor crônico proibido; E Equals, do ano passado, destacou a própria emoção específica contra um amplo cenário sci-fi. Mas para seu último filme, Newness, Doremus zera no ato de amar, enquanto narra como é navegar em relacionamentos na era dos apps de namoro e gratificação instantânea. O filme explora uma relação muito específica com uma intimidade envolvente que está presente em seus filmes anteriores, repleto de imagens impressionantes e altas emoções, tudo impulsionado por um par de performances fantásticas de Nicholas Hoult e a recém-chegada Laia Costa.

Hoult interpreta Martin, um farmacêutico que está até os joelhos no hábito de usar um novo aplicativo de encontros. Viver em Nova York dá a Martin abundância para escolher, e estes encontros de uma noite oferecem uma nova maneira de se aproximar de relacionamentos – que é o que ele está procurando após um curto casamento que terminou mal. Costa, por sua vez, interpreta Gabi, uma jovem que também mora em Nova York, e  usa o mesmo aplicativo de encontros, que até se aventura em vários encontros em uma noite. Por sorte, em uma noite particular, tanto Martin como Gabi “deslizaram para a direita” um para o outro, e eles vão a um encontro que os pega conversando, beijando e transando até as primeiras horas da manhã.

Foi neste momento que eu percebi que o filme nos daria detalhes do inicio do relacionamento, focalizando naquela fase “clara e brilhante” quando tudo se parece novo e você não pode ficar longe de seu parceiro. Refrescantemente, Doremus não faz isso. Em vez disso, ele foca sobre os estágios iniciais para chegar à fase “chata” de um relacionamento, quando você está instalado, confortável e, finalmente, em um lugar onde você preferiria dormir do que ter relações sexuais.

É aqui onde se concentra o foco de Newness, aquela parte de um relacionamento onde você realmente tem que lutar por ele. Infelizmente para Martin e Gabi, meses de gratificação instantânea e constante novidades em seu app de encontros tornam este período de adaptação bastante difícil. Depois de uma fase difícil bastante séria, os dois decidem tentar um relacionamento aberto, incitando-se mutuamente  em vários encontros sexuais que envolvem estranhos. É um band-aid sobre um vazamento de água, e logo esse vazamento transborda e arruina tudo à sua vista.

Newness carrega a mesma intimidade que permeia os outros filmes de Doremus, mas essa reviravolta em uma história de amor tradicional – a decisão de não procurar no Google e ir direto para um relacionamento confortável – prova ser uma arena frutífera para a sua marca de cineasta. O diretor está trabalhando a partir de um roteiro do frequente colaborador Ben York Jones, mas Newness também possui um cinematógrafo (Sean Stiegmeier) e compositor (Gwilym Gold) diferentes dos esforços anteriores de Doremus.  Dado que o impacto do trabalho anterior de Doremus descansou em parte no concerto da trilha sonora e da impressionante cinematografia, estava curioso para ver que efeito esta mudança teve no filme. Como se vê, a cinematografia é adequadamente claustrofóbica e linda ao mesmo tempo, e a trilha sonora sublinha maravilhosamente as questões de um jovem relacionamento. Que este ainda se parece como um filme de Drake Doremus, apesar de ter diferentes colaboradores nos bastidores, é um testamento à sua clareza de visão e execução como um cineasta.

E em termos do elenco, Nicholas Hoult tem feito um trabalho fantástico por anos, mas ele é delicado aqui. É uma de suas melhores performances até agora  enquanto ele é capaz de mostrar o remorso de Martin e a ansiedade sem infundir o filme com um protagonista depressivo. É um desempenho cada vez mais complexo, já que Martin é impedido por uma variedade de emoções – algumas contraditórias -, mas Hoult atinge a nota perfeita, culminando em uma emotiva cena final que ainda não consigo tirar da cabeça.

Costa, também, é impressionante como a graciosa e infecciosamente charmosa Gabi, e de fato Doremus tem uma habilidade para lapidar as brutas e complicadas performances de seus atores. Torna-se um pouco frustrante ver Gabi falhar em sua luta para ser monogâmica tão freqüentemente (Martin também sofre de problemas semelhantes, mas seu arco tem mais a ver com seus sentimentos por sua ex-mulher), mas isso não é culpa do filme. Ela é uma personagem complicada e a combinação de Gabi e Martin cria um drama convincente – mesmo se você quiser gritar para ambos resolverem suas merdas e ficarem juntos.

Tal como Equals e Breathe In, Newness também conta com algumas memoráveis atuações de apoio como as de Danny Huston e Matthew Gray Gubler. Doremus tem tal talento para atrair intensa intimidade de personagens, mesmo que eles tenham um tempo de tela limitado, e enquanto Equals lhe ofereceu a oportunidade de brincar em um universo de sci-fi, eu ainda estou ansioso para vê-lo trazer este nível de personagem para uma muito mais tradicional trama focada na narrativa. Newness é um passo nessa direção, uma vez que trata de relacionamentos de uma maneira única, mas apenas testemunhando o quanto Doremus é capaz de extrair desses artistas em papéis tão pequenos é um puro deleite.

Newness marca uma entrada movimentada, envolvente e sim emocionalmente carregada na filmografia de Doremus, e se você é um fã de seus outros filmes ou não, eu acho que você vai descobrir que este é um prazer de se ver. Além disso, como Doremus estreita seu foco universal no amor para um relacionamento muito complicado, ele bate em algumas verdades que, sem dúvida, lhe atingirá.

Relacionamentos são difíceis. Amar é trabalhoso. Você não leva simplesmente aqueles primeiros meses de novidades com você ao longo dos anos, então você leva tempo e esforço para realmente, verdadeiramente amar alguém. Você pode passar toda a sua vida procurando por novidades, mas você vai acabar sozinho e insatisfeito. E embora possa ser difícil, o amor de um relacionamento de longo prazo é muito mais satifatório e gratificante do que qualquer coisa daqueles primeiros meses. Essa é uma lição difícil de aprender para alguns, especialmente Martin e Gabi, mas a Newness oferece esperança de que o amor é possível – e alcançável – na era digital. Se você está disposto a lutar por isso.

Classificação: B+

Newness ainda não tem uma data de lançamento.

Fonte | Tradução: Bruna – NHBR

12 janeiro, 2017  Ana Comentarios estão fechados Filmes, Newness

Foi anunciado recentemente que Newness, novo filme do diretor Drake Doremus estrelando Nicholas Hoult, terá sua estreia no Sundance Film Festival no dia 25. Confira detalhes sobre o projeto:

O novo filme de Drake Doremus, Newness, é um filme raro que foi mantido em segredo quase que por acidente. Uma adição de último minuto ao Sundance Film Festival, o filme foi financiado e produzido tão rapidamente que a equipe de cineastas pularam os anúncios normais de elenco e outros esforços públicos que acompanham a maioria dos filmes de Hollywood. Não é que os produtores tentaram manter fora do radar – eles estava apenas muito ocupados fazendo o filme de verdade.

É o quarto filme de Doremus a estrear em Park City após “Douchebag”, “Like Crazy” e “Breathe In”, o filme estrela Nicholas Hoult e Laia Costa como um casal em uma Los Angeles contemporânea navegando no mundo de namoro virtual e a cultura dos encontros baseados em redes sociais. O filme co-estrela Matthew Gray Gubler, Courtney Eaton, Danny Huston e Courtney Eaton.

O escritor de “Newness”, Ben York Jones (“Like Crazy,” “Breathe In”), primeiramente enviou o roteiro para o produtor Michael Pruss, da Scott Free Productions, em agosto, que ajudou a arrecadar um orçamento de 10 milhões de dólares da empresa recém formada do produtor Mason Novick, Lost City, em setembro. As filmagens começaram no dia 16 de outubro.

“Nós tivemos sorte que o primeiro rascunho do roteiro que eu li era incrivelmente forte,” Pruss contou ao IndieWire. “Lost City entrou de cabeça.” O primeiro e único outro filme da empresa é o suspense de ficção científica “ARQ” que estreou no Toronto Film Festival e foi distribuído pelo Netflix.

“Newness” é o segundo filme de Doremus a ser produzido pela Scott Free Productions, após “Equals”, que Hoult também estrelou, apesar de sua performance mais recente ser diferente de qualquer papel que ele interpretou, de acordo com Pruss. “Esse é um lado diferente do Nick – um lado muito complexo e uma performance emocionalmente madura que ainda não vimos,” ele disse. Pruss adicionou que “Newness” é a visão de Doremus sobre o romance em 2017, especificamente como namoro online e aplicativos de namoro influenciaram o jeito que a geração aborda o amor.

“Isso realmente mudou profundamente não só a percepção das pessoas sobre relacionamentos, mas suas expectativas,” Pruss disse. “Nós estamos sempre em nossos celulares – pedindo comida ou assistindo filme – e sexo e namoro se tornou uma extensão disso. De alguma forma, a tese do filme é entender essa tensão entre felicidade e hedonismo.”

Uma das razões pela qual Novick escolheu financiar tão rapidamente o filme foi o quanto o assunto interessa nos dias atuais. “O filme é muito atual, e nós sentimos a necessidade de fazer agora,” Novick disse. “Drake realmente sentiu que isso é o que acontecendo hoje.”

Apesar de editar o filme a tempo para o Sundance nunca ter sido parte do plano, o primeiro corte foi finalizado pouco antes do Natal e convenceu a todos envolvidos no projeto que o filme poderia ser finalizado a tempo de estrear no festival em 2017. “Se tivéssemos visto e dito que não estava pronto, não iríamos forçar,” disse Novick.

19 dezembro, 2016  Ana Comentarios estão fechados Entrevista Traduzida, Entrevistas, Notícias

Outros > (12/2016) Viagem ao Nepal

Nicholas recentemente viajou ao Nepal com seu amigo Carlos Adams para conhecer melhor o projeto do WWF de proteger os rinocerontes e também conheceu um pouco mais da comunidade. Confira o que ele disse sobre a viagem:

É no meio da tarde no pequeno, mas poderoso país da região dos Himalaias, Nepal, e o ator Nicholas Hoult ganha um beijo molhado de um bebê rinoceronte órfão. A Fundação Nacional para a Conservação da Natureza do Nepal achou o animal, que agora está sob seus cuidados. Hoult recentemente viajou até o Parque Nacional de Chitiwan no Nepal para aprender sobre os esforços de conservação do Nepal e do WWF para proteger o pequeno Mayure e outros rinocerontes que estão ameaçados de caça ilegal e perda de habitat, entre outros perigos.

“A conservação da vida selvagem é muito importante,” disse Hoult. “Muitos desses animais estão sendo caçados, seu número está diminuindo, e quando acabar, eles vão desaparecer. Eu sempre adorei rinocerontes em particular desde que eu tinha três anos de idade e fui sortudo o bastante de passar as férias na África. Eu não vi um rinoceronte naquela idade, mas eu ganhei uma estátua de madeira que eu tenho até hoje, eu amei rinocerontes desde aquele momento. Vir aqui e poder vê-los em seu habitat natural é um grande prazer e eu não posso agradecer ao WWF o suficiente pelo trabalho maravilhoso que eles fazem em ajudar esse parque e o governo do Nepal em desenvolver esses programas e manter os rinocerontes na selva.”

Enquanto esteve no Nepal, Hoult se encontrou com membros da comunidade de Amaltari, uma zona de amortecimento do Parque Nacional de Chitwan, para aprender sobre suas vidas e sua relação com a vida selvagem em sua volta. O ecoturismo na área fornece grandes incentivos de conservação para a comunidade de Amaltari, que mantêm uma unidade voluntária contra caça furtiva na qual membros realizam patrulhas regulares na floresta de sua comunidade para manter um controle sobre caça furtiva e crimes ilegais da vida selvagem.

Com o apoio da Iniciativa de Comunidades Sustentáveis do WWF Nepal, a comunidade de Amaltari está focada nos principais pilares da sustentabilidade e conservação – meios de subsistência auto-suficientes, energia alternativa, saúde e educação – que tem produzido impacto escalável para a população local e seu ambiente natural.

A visita de Hoult ao Chitwan veio em um ótimo momento onde eles estavam comemorando quase 1,000 dias de zero caças ilegais na área. Este sucesso excepcional é devido à vontade política de alto nível, a um impressionante exército nepalês comprometido com o rastreamento de caçadores furtivos e o envolvimento ativo de comunidades de conservação. Mais de 645 rinocerontes de um chifre vivem agora no Nepal.
“Essa é uma história positiva para mim em termos da vida selvagem e em manter o mundo como deve ser para futuras gerações,” disse Hoult. “Seguir os rinocerontes, vê-los em seu habitat natural tem sido inacreditável e ver todo mundo se importando tanto com isso e fazendo um trabalho incrível, é extraordinário.”

Os esforços para proteger os rinocerontes e apoiar as comunidade locais do Nepal e o governo estão sendo recompensados. Mais cedo neste ano, nós celebramos 4 períodos de 365 dias de zero caça ilegal no Nepal.
Como parte desse trabalho com o WWF, Hoult e seus dois amigos de infância, Carlos Adams e Nick Atkins, farão uma corrida na Índia no início de 2017 para arrecadar fundos para a conservação de rinocerontes junto com o apoio ao Teenage Cancer Trust.

06 dezembro, 2016  Ana Comentarios estão fechados Filmes, Rebel in the Rye

Rebel in the Rye terá sua primeira exibição no Sundance Film Festival, que ocorre do dia 19 ao dia 29 de janeiro!

Rebel in the Rye / U.S.A (Diretor e roteirista: Danny Strong) – Este retrato da vida e mente do solitário autor J.D. Salinger vai da sangrenta linha de frente da Segunda Guerra Mundial para suas primeiras rejeições e o bloqueio cheio de estresse pós traumático que o levou para seu icônico livro, The Catcher in the Rye. Elenco: Nicholas Hoult, Kevin Spacey, Sarah Paulson, Zoey Deutch, Hope Davis, Victor Garber

01 dezembro, 2016  Ana Comentarios estão fechados Filmes, Sand Castle

O diretor brasileiro de Sand Castle, Fernando Coimbra, conversou com o site Omelete sobre seu primeiro filme em língua inglesa e como foi trabalhar com Nicholas e Henry Cavill. Confira:

Como foi a troca com Nicholas Hoult e Henry Cavill?

Coimbra: Não podia ser melhor. O Nick Hoult já estava envolvido no projeto antes de mim. Como protagonista, ele queria ir a fundo nessa história e nesse personagem. A gente teve uma colaboração muito forte e intensa. O Cavill, desde que leu o roteiro, queria muito fazer o filme e isso é um fator fundamental. Mesmo estando envolvido na franquia milionária do Superman, ele queria fazer esse filme independente, que mostraria uma faceta diferente dele. Nós mudamos o visual dele completamente. Ele está quase irreconhecível. Cavill é um cara muito simples e humilde. É muito fácil de trabalhar.

O filme chega em 2017 pelo serviço de streaming Netflix!






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